quinta-feira, 2 de junho de 2011
DETURPADO ( wikcionario wik dicionairo wiki etimologia )
mas não aos animais ou às inteligências artificiais, as quais apenas
copiam o pensamento humano estúpido, que é um pensamento deturpado,
sem liame ou vínculo com o mundo real; a estupidez ou estultícia é
uma espécie de esquizofrenia não percebida pela psiquiatria, por ser
tão presente no meio social, quase ou fundamento do mundo em
sociedade.
O estulto ou imbecil são vocábulos sinônimos, ambos se
apóiam em sua bengala de velhos antes do tempo ( velhice é uma forma
de "fenomenologia" da alma ( vida, movimento, "anima" no latim, de
onde se origina a palavra "animal", conquanto a alma "cristã",
teologicamente, ou em política teológica, não concerne aos animais,
mas somente aos homens, segundo esses "novos" evangelistas que foram
os teólogos medievos e mesmo os coevos, que só reconhecem a
alma-de-gato na onomástica do pássaro assim identificado
linguisticamente, pela linguística ) , que afeta, efetivamente, o espírito ou
pensamento, ser, essência). A imbecilidade apresenta sinonímia com
estultície.
A estultice é uma praga endêmica e epidêmica, uma peste negra, uma
gripe espanhola pior que essas epidemias porque têm vasto
espectro.Todos os males do mundo tem ocasião com o advento da
estultície, marca indelével do ser humano em sua imensa maioria. Os
estulto povoam a terra, daí a palavra povo segue como substantivo e
adjetivo simultaneamente, ocupando o mesmo espaço de significado no
significante ou corpo da palavra. Cerne e berne, no verbete para
mosca-do-berne ( "Dermatobia hominis"), verbete que é uma corruptela de
verme em língua de povo. Em língua de povo tudo é ovo, verme é
berne...
Nesse "berne" há um rasto de lesma de estultície, que causa
asco, que é asqueroso não no vocábulo, porém nos desdobramentos
mentais, nas operações intelectuais que evoluem negativamente do
pensamento do pernóstico, do imbecil que pensa que está a quebrar
regras, de modo crítico, no sentido kantiano do termo, no entanto está
tão-somente aventando oportunidade para o crime por estultície, que é
uma forma ( idéia ) de crime não captada pelo senso dos juristas, que
somente captam o que os políticos os fazem captar ou mandam eles
perceberam: é a percepção ou sensibilidade maculada pelo conceito de
estupidez, que mancha a humanidade gravemente.
Belo é um violoncelo tocando a gravidade; entretanto essa gravidade
enfermiça é melancólica,
a parvoíce é de se lamentar no homem ou mulher adultos.
Os jovens em geral, reagem contra essa parvoíce sistêmica; todavia eles
não possuem autoridade alguma, carecem de experiência e não podem
fazer muito contra a corrente da estultícia, muito genérica entre
adultos e velhos. As crianças escapam a isso, mas somente enquanto não
entram em contacto com as instituições que educam para se formar o ser
estúpido : a família, a igreja e a escola, a empresa, enfim, todas as
instituições sociais, cujo paradigma e origem é a igreja ou a religião,
nos casos de sociedades primitivas, neolíticas, paleolíticas, etc.
Contudo, os jovens são susceptíveis e podem aprender tal qual aprendem
os computadores ; por estupidez, pelo método estulto, que ´o método
sempiterno aplicado à inocente criança desde tenra idade, pela língua
e pela linguagem, que é mais vasta em sues signos, símbolos e sinais
que o idioma, cujo fito é atingir o intelecto, à memória e a
imaginação e nem tanto as emoções, os sentimentos, que fia a cargo dos
ritos, os quais cumprem essa função precípua da estultície, da
educação para formar papalvos, parlapatões, embusteiros, vigaristas,
padres, frades, pastores, médicos, profissionais, enfim, que todos se
defendem com a estupidez que aprenderam a venerar e obedecer cegamente
desde pequeninos.
Aos jovens fazem abrigar o mundo onírico da sociedade, passado pelos
indivíduos cuja individualidade foi bastante mitigada pela profissão
(profissão de fé), sonhos esses que por serem mendazes, meras
mentiras, trazem decepção e amargura , que acaba por alijar dos
processos de renovação, tornando-os, quando muito, eremitas dentro do
corpo social estúpido.
A essência da vida coletiva é a estupidez, não a
inteligência; ou , quando há mister da inteligência, essa inteligência
tem que ser mitigada, controlada, imbecilizada, enfim. Inteligência
faz mal ao corpo social, um corpo para o estulto, onde o débil mental
se sente à vontade e pode exercer sua inteligência política que, em
suma, e pura vigarice legalizada, por que os políticos são os donos do
poder e, consequentemente, do país ou cidade ou mudo em que vivem e
constroem seus territórios, com armas, direito, ciência, enfim, com os
escravos de todas as profissões formadas pela escola, fábrica de
tolos, que conquanto estejam de posse de toda a inteligência não a
utilizam senão de forma pífia e medíocre. a sociedade industrializa
não o aço ou o automóvel, mas principalmente o homem medíocre, o ogro
do desenho animado.
A lei obriga alguns ou muitos a ser o ogro e se
identificar com ele : isso é empatia social, coletiva, que faz do
homem individual um ser coletivo, totalitário como todo estado, que não
é estado algum senão em nome, mas homens que são esses estado, de onde
comandam o bando de gnus que é o povo. A alcatéia e o rebanho, esta a
relação natural que as palavras peneiram, tapam; palavras são
tapa-olhos para leitura minimizada; ínfima leitura com olho de
pirata,perna de pau, cara de mau... conforme canta uma bela marcha de
carnaval."Carnaval do Arlequim", obra pictórica de Joan Miró, artista catalão.
Os computadores são a essência da estupidez e inteligência
artificial,pois se se pode engodar as mentes juvenis com conceitos
sofísticos ( de sofistas, sofisma) ou mesmo sofisticados, cujo requinte impressiona até um
pintor impressionista, isso não sucede com o computador, que não tem
senso crítico, senso do ridículo, que o jovem, por mais ridículo que
se comporte, por mais macaco que seja ao arremedar seus ídolos
profissionais ( terminologia que está mais próxima nesta mundo em
atuação para prostituição ou meretrício, que da fé que caracteriza o
profeta autêntico, genuíno, que morre por sua fé, tal qual o mártir
cristão e os heróis comunistas, marxistas, que, por mais incauto que
possam ser, pensam, incomodam, podem ter despertado o senso crítico,
apagado pela educação estúpida que permeia toda a "mídia", enfim, todas as
esferas sociais.
O computador, não; é sempre um estúpido, age com
estupidez plena, irreversível; essa máquina não possui senso crítico,
nem pensa; responde ou reage ( pensar não é reagir, mas agir; reagir
é sub-ato; o ato é pensar, que se transforma em fato ao se realizar no
mundo ou fora da esfera do pensamento que, então, dessarte, se
aliena,e ai vem outro problema filosófico grave, profundo, áspero,
ruinoso).
O homem, mesmo o "estupidificado" pela educação obrigatória, está entre
o conhecimento e a sabedoria, ou seja, entre o saber, que lhe é
próprio e aos animais também, e ao conhecer, ato exclusivo do homem,
que está nos signos, símbolos e seus derivados como artefactos,
valores, histórias, filosofias, etc. Esse pensar ou conhecer, que
discrepa do saber, meramente ato ou reação animal e humana também,
fundada nos órgãos dos sentidos, e no organismo todo, está entre as
tensões do sim e do não, do positivo e do negativo, enfim, entre todas
a tensão, pois todas a s palavras para nomear as várias tensões nomeiam
na verdade a mesma tensão sob variegadas onomásticas por uma questão de
necessidade de comunicação antes que de conhecimento. Na realidade
dentre essas tensões que permeia todo o conhecimento humano está a
doutrina maniqueísta, pois o maniqueísmo é toda a doutrina da
ciência, da religião e só não cabe mais na filosofia final de
Bachelard que anunciava ao fim da filosofia, assim como Aristóteles foi o
fim da filosofia antiga. Bachelard fala da geometria e da
não-geometria ou geometria euclidiana e não-euclidiana, da química sim e
não e da demais ciências ou metafisicas que tratam o u migraram para o
sim e não o positivo e negativo , o mal e o bem cuja ligação ou liame é
feito pela doutrina maniqueísta, que as copula, as conecta, faz a
conexão necessária e tem vários nomes metafísicos embora seja o mesmo
espaço-tenso ou em movimento permanente, perene, que fica ente o bem e o
mal, com o qual concebemos todo o conhecimento. o conhecimento é isso e
está entre isso e nas respectivas polaridades, ou pólos, formando o
conhecimento, que os medeia e polariza e vai aos pólos antípodas.Maniqueu
que o diga e disse! - E o diz ainda.
Sem embargo, isso não oblitera o conhecimento, pois o conhecimento
transcende ( transcender é um apanágio ou atributo do conhecimento ou
do ato de conhecer, conceber), pois o conhecimento em sua apercepção,
no sentido kantiano, conhece mais, estende ou transcende as fronteiras
da imanência e do imanente vai ao transcendente quando ode conhecer e
conceber, graças á palavras, as quais podem tudo, assim como os
números, que podem até infinito matemático e abstrações algébricas ou
geométricas, os conceitos também saem dos vocábulos para conhece tudo,
pois o homem pode conhecer tudo, mas não sabe tudo; o que sabe está
em sua esfera de alcance dos sentidos, dos sensores, os quais medem o
mundo de fato, enquanto o conhecimento mensura um mundo de Direito (
no sentido que Kant fala em Direito em oposição fato, sendo,
portanto, o de direito aqui, puro ato, ou pensamento, hipótese que
pode virar tese quando fato, tanto no Direito quanto na filosofia que
engendra o Direito e o ato de direito ou louvado no Direito).
Entre o bem e o mal ou sim e não esteve o conhecimento até aqui, mas o
conhecimento transcende isso, está além, aquém e permeia o bem e o mal
ou o feminino e o masculino, ou quaisquer outras polaridades em
espaço tenso ou espaço de tensão , que pode ser o misterioso tempo. Não
somente transcende e é imanente a todo o "espaço" e "tempo" entre o
bem e o mel , a doutrina maniqueísta, que também reveste o sim e o
não, o macho e fêmea, o Yang/Yin chinês, enfim, o positivo e o
negativo e todas as polaridades, mas também está antes do bem e do mal
e das respectivas polaridades, medeia os pólos magnéticos ou
abstratos ou elétricos, eletromagnéticos, bem como vai além de todo o
espaço e tempo das polaridades, do espaço e tempo extenso entre elas e de antes ou do
espaço anterior e posterior a esses pólos norte e sul, por assim
dizer.
O conhecimento é todo expresso pela doutrina maniqueísta, conquanto não
seja bem aceito essa realidade. Todavia, a doutrina de Maniqueu
esqueceu dos espaços tensos de antes, anterior, e depois, posterior ,
do espaço e tempo no qual
colocou o bem e o mal, que são extravasados numa nova visão, que, de
certa forma , já passaram pelo crivo da intuição de alguns filósofos
coetâneos, se o há.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
PRISMA (wikcionario wik dicionario wiki etimologia )
e ciências, ou ditas tais. Mas o corpo não é isso, não são palavras, é
mais complexo e real, não passa sequer perto das palavras. O corpo humano "médico" ou visto por este prisma, não é anatomia, não se torna abstracto e genérico de fato na anatomia ou fisiologia. Na realidade, anatomia não passa de uma palavra para dizer da geometria do corpo; é
o que conhecemos enquanto essência (só conhecemos essências); a
anatomia não passa de uma geometria,assim como a geodésia, geografia,
etc. Assim, da língua escrita à desenhada vai o ser humano, sendo a geometria uma espécie de "língua ", idioma ou linguagem "hieroglificada" ou, mais propriamente dito, "geoglifada", copiando as formas "anatômicas" da Terra, do planeta. A língua que falamos e com a qual mordemos com enzimas à boca é o idioma do conhecimento, com o qual também desenhamos conceitos em forma de signos alfabéticos e abstratos, não mais hieroglíficos, como dantes, no Egipto e nas expressões linguísticos escritas por outros povos que ainda não haviam produzido uma língua alfabética, como o latim que se espargiu pelo mundo todo, graças às campanhas e conquistas de Roma imperial. A língua alfabética se afasta das imagens, da imagística, que fica para a geometria, enquanto a língua falada e escrita alfabeticamente ( o latim de Roma ) se livra do peso das imagens "geoglíficas", que eram os desenhos-conceitos dos povos pré-latim, livrando-se concomitantemente dos desenhos da geometria, que fica, desde a Grécia Antiga, com Euclides, a representar o idioma das formas matemáticas puras, com as quais concebemos um universo de formas puras, quiçá "a priori".
Quando o homem adoece o médico, senhor, dono de um corpo anatômico genérico, abstracto, o médico, um profissional ou um ser alienado do homem, dá-lhe
remédios, os quais não curam nada, pois é o corpo quem cura ou não,
consoante seus interesses de acasalamento e perpetuação da espécie ou
conservação do grupo do animal e alfa, que é tão útil e necessário ao
grupo quanto o animal reprodutor, se não mais; daí a importância dos
velhos animais no agrupamento dos elefantes e nas culturas orientais.
Vide China de Confúcio e Lao Tsé.
O corpo cura-se sem necessidade do
remédio; o remédio ou "Pharmacon" ajuda, muitas vezes, assim como os
rituais psicossomáticos dos xamãs, pajés e outros bruxos ou
feiticeiros ( médicos ou cientistas rituais e "intelectuais" em outro contexto cultural), porém o que define a cura do corpo é o próprio corpo e
sua necessidade para a vida, a natureza; se a natureza parar de
investir no corpo o animal perece, definha, morre, por ser um peso
para si e, evidentemente, para o grupo.Quem ou o animal que não se
mantém e não ajuda ou determina a sobrevivência do rebanho ou alcateia
perece, é alijado pela natureza, dado aos vermes. E não há remédio que
cure! Se não fosse assim e a medicina ou ciência tivesse tão evoluída
quanto asseveram os mendazes, não haveria morte de animais jovens e o
processo de cura seria completo e quase imediato; não se arrastaria
com os paliativos por décadas com o homem doente sobrevivendo sem
condições naturais, com inúmeros efeitos colaterais e drogas que lhe
prendem a vida ao corpo por um fio ténue que a natureza, senhora do
universo e do corpo, quebra quando
necessário ou quando cansa de ajudar o corpo inerme ou descobre pelo
corpo que esta´sendo enganada,
pois remédios é isso ; engodo natural. ludibriar o homem
psicologicamente ou psicossomaticamente junto com a natureza, de modo
que o corpo continue vivo, mas cheio de outras enfermidades
ocasionadas pelos efeitos colaterais vários que as drogas produzem no
organismo combalido, pronta há muito para a morte. Vida sem qualidade
alguma; uma sub-vida graças aos progressos da alienada ciência,que os
homens pensam ser o máximo, assim como pensavam antes da religião ( e
muitos ainda pensam! : a maioria estúpida).
A estupidez do homem é necessária à vida graças a essência e à
necessidade de conviver ; não há mister de estupidez para
suster a vida animal que , se cai ferido, ou se ergue de novo,
renovado para uma continuação da vida ou morre, se não puder se erguer
com o mesmo viço de antes ou ainda mais forte, pois doenças
experimentam e qualificam o forte para a longevidade com saúde em
plenitude e não combalido e fraco, sob os auspícios das drogas,
naturais ou artificias, as quais não são muito diferentes de fato,
apenas de negócio. Novo comércio, novas promessas ( velhas!...
encarquilhadas promessas.... Se a ciência fosse o que o discurso
onírico e de ficção cientifica faz dela não morreríamos, nem tampouco
e muito menos morreriam os médicos e os ricos, donos do mundo e dos
médicos, ou ao menos viveriam em plenitude de vigor e saúde até mais
de cem anos ou quanto tempo quisesse e morreriam e viveriam conforme o
lema dos romanos que diz que é preciso viver bem e morrer bem, o que é
perfeito e mostra o saber e a erudição filosófica de Roma, que ficou
no latim, morreu com o latim e não passou às línguas vernaculares que
preferiu a religião, melhor para povos e políticos, donos de povos e
de porcos : são porcos comandando porcos, consoante a equação na
"Revolução os Bichos de Owen ).
A ciência sabe isso, sabe aquilo... assim falam os pobres jornalistas
e outros pobres-diabos que pensam saber algo além de sua
circunvizinhança, uma ilusão que a religião inaugura com os profetas e
um saber paupérrimo sem a erudição filosófica e literária do latim,
que incorporou a cultura grega e a transmitiu em língua alfabética ao
mundo então conhecido e dominado por Roma ou pela Império Romano.
A ciência não sabe nada, não pode saber nada, não conhece nada, não pode
conhecer porque a ciência não existe, senão é uma essência ou ser
alienando do homem. O cientista também nada sabe, em contraste com o
animal e o homem que também é uma animal, que sabem do mundo pelos
sentidos. A ciência nem o cientista tem sentidos, mas palavras ( essência , ser, pensamento); o cientista não é um homem integral, é uma parte alienada do homem, de posse do conhecimento, que é algo da essência do homem, mas não do saber, que é exclusivo do animal e do
homem enquanto animal. o cientista é uma alienação do homem, uma mera
abstracção que retira do homem seus sentidos, sua existência e
realidade e o transforma em essência que compreende ou pode conhecer
ou conceber apenas o conhecimento, que é forma do em duas línguas: a
língua do desenho ou geometria e a língua dos signos ou língua
propriamente dita, escrita, conquanto o desenho também seja uma forma
de escrita "glífica"(hieróglifos, geóglifos ), por imagens e não por signos, como as línguas
alfabéticas que se fixaram após o advento do latim no mundo, por Roma,
essas empresas ( campanhas) das legiões romanas, a primeiro e maior
empresa do mundo, que prestaram esse serviço com a máxima violência e
brutalidade. o cientista assim como o filosofo e demais profissionais
é o homem alienado, preso no círculo de alienação do conhecimento,
ignorando o saber ou sabedoria , que é o provar o sal, que é o mundo,
o mundo de Roma, conforme soa nos Evangelhos, que reflecte o poderio e
domínio cultural e político, econômico, enfim, em todas as esferas, de Roma.
A ciência não são os cientistas, nem a ciência enquanto entidade de
essência, ou coisa-essência do homem, fabricada pelo filósofo em seus
conceitos que alienam o mundo ao abstraí-lo enquanto matéria
complexa,cadeia de relações inseparáveis que a ciência ou a filosofia
separa, com palavras, para poder conhecer a essência , mas jamais a
existência, da qual estamos afastados como homens ou filósofos, pois
nem o animal conhece, uma vez que o conhecimento é por palavra e
conceitos e desenhos geométricos; o anima apenas sabe, assim como o
homem, que, aliás, até sabe menos, por seus sentidos não captam tão
longe e com o refinamento ou características dos outros animais.
A ciência não são os cientistas,portanto.; a ciência não é nada, há
homens que conhecem, os eruditos e homens que sabem, os sábios e uma
mescla deles sabe e conhece. A ciência mesma é uma torre de babel de
doutrinas desencontradas, pois a ciência mesma só existe em essência ou
no ser do homem ou no ser que o homem põe no mundo enquanto posição ou
tese sua, pessoal, individual ( o homem é inevitavelmente um
indivíduo); os cientistas são profissionais alienados do homem que
conhecem palavras, essências, mas não existência,
pois esta, a existência, é um saber, uma sabedoria, um provar o mundo
com a língua e suas enzimas, mas não um conhecer.
Esses cientistas alienados são indivíduos, nada mais que indivíduos,
conquanto o senso de colectividade os invada; não obstante, é
impossível deixar a individualidade, assim como pensar ou sentir sem
estar na corrente da vida; tais cientistas ou homens alienados de sua
individualidade, ou seja, de sua realidade, naturalidade, existência,
enfim, esses indivíduos coletivizados por palavras, e apenas por elas
e o contexto que criam no rasto do texto, o que limita o homem no
tempo e na cultura, constroem a ciência, enquanto
entidade ou essência ou instituição ou artefacto humano com palavras;
esse conhecer, ou conhecimento que somente se dá por indivíduos, um
produto de individualidades, neste sentido, inalienáveis em sua
individualidade profunda, "pelágica"; a ciência, assim posta, no ser,
em essência~, não passa em si de uma torre de Babel, um colosso :
Isto é a ciência, uma torre de Babel construída por muitos e
contraditórios nos ditos e idiomas que se fala em geometria, álgebra,
matemática, língua ( latim, grego, sânscrito, as línguas mui cultas)
ou em vernáculo, línguas que não ganharam o contexto filosófico,
religioso ou místico e do Direito romano e canônico, que sobrevivem no
latim, através da veia idiomática grega e no sânscrito, que trazem
religião, técnicas vitais e filosofia ( ciência de fato e de Direito,
epistemologia de si e da ciência derivada da ciência magna e
fundamental que é a filosofia grega, que só há filosofia grega que,
posteriormente, passou para o latim, criou o o Direito, que é cria
romana, e a lógica para a religião ( teologia), enfim, a erudição vem
das línguas verdadeiramente cultas porque acolheram a filosofia, a
poesia, o teatro e o rito religioso, a religião, as artes, enfim, toda
o conhecimento em língua que os antigos sábios e eruditos legaram á
civilização e que permeiam toda a cultura ocidental e oriental).
A vida é uma tragédia que acaba com a morte; a medicina e a religião
ou a ciência e a tecnologia não passam de meros ritos para tentar
burlar o espírito humano a fim de que possa viver olvidando essa
tragédia cruel. Todos acabamos descansando na caveira e nos ossos.
terça-feira, 31 de maio de 2011
VIOLINISTA AZUL MIOSÓTIS ( wikcionario wik dicionario wiki etimologia )
que me causa repulsa /
Mefítico tremedal /
é o mundo social /
( O mundo social /
é tecido de mulher /
pois o homem olha a caça /
olha ao longe /
alonga o olhar nas campinas /
atrás do galo-de-campina /
para alimentar-se /
e dar sustento à família /
A mulher desce o olhar à prole /
e com isso tece a veste social /
- é a religião e o amor /
é Vênus e Flora ou Ceres /
enquanto o homem é a guerra /
é Marte e o caçador /
o sátiro o fauno e o centauro /
buscando a conquista /
de terras e fêmeas /
e vida pela proliferação genética /
semeando-se no campo natural ) /
A natureza é um paul /
onde vivo de desesperança /
neste tremedal /
volutabro atascadeiro /
que tudo isso é vocabulário para paul /
que em inglês é nome "Beatles" /
do Paul dos " The Beatles" /
"Paul-Beatles" /
os besouros zunindo /
que passaram pela chuva /
que é um tempo do tempo /
porquanto o tempo tem muitos tempos /
ou muitas manifestações de tempo /
no temporal e no temporão /
na intempérie e no que é extemporâneo /
ou coevo longevo /
no voejo do escaravelho /
até o olho do velho /
que não é mais velho que o tempo /
esse ancião inexistente nos dias /
mas inventado pelo homem /
na matéria do ser /
ou no tratado de ontologia /
que diz o que é posto pelo homem /
enquanto ser que põe outro ser /
- ser inventado /
( Salvador Dali inventou um barco /
que apresta no mastro /
o centauro tecnológico /
que é o homem /
antigo centauro mitológico /
cuja invenção do barco a vela /
uniu-se-lhe ao corpo material e mental /
a ponto e transformá-lo /
junto e jungido à sua invenção do brigue /
num centauro da tecnologia /
que isso é o ser do homem coevo ) /
Todavia há um paul /
que rumoreja dentro de ti /
que me desperta a nota si /
que toca de amor cristão em mim /
e de paixão pagã por um objeto /
que há em ti /
e na doutrina transcendental de Kant /
que diz do Narciso /
que e o sujeito o objecto /
um lançando o outro na água /
onde se mira /
e de onde se olha /
da água e do olho /
se olha e vê Narciso /
a flor do paul /
do paul que há em mim e ti /
( todos temos um lameiro dentro /
um marnel charco /
- um atoleiro /
todos temos ) /
Leda é a madrugada /
para Camões e Cia de Camões /
e Leda também é nome de mulher /
fora da madrugada e seus galos /
chuvisco de orvalho /
Contudo para mim a madrugada /
é apenas a espectativa de solidão com lua /
Joan Miró e mulher escura na escuridão alargada /
embuçada nas trevas do paul /
- trevas filarmônicas /
para dizer algo louco /
ou algo com harmonia /
na madrugada em pedra de gelo /
ou na voz do galo cantor /
com todo o seu candor /
no canto cândido /
de candidez de novilúnio /
lento novilúnio em noite clara /
- clara-de-novilúnio /
derramada no cântaro /
em luz da abelha do sol /
tecendo o mel do girassol /
Você é a mulher /
que Miró mirou nas sombras /
daquela noite /
que ronda todas as noites /
- é a mulher que entalhei /
na madeira do idílio /
que conteve minha arte /
de um Rodin inspirado /
que tentei e talhei ser de madeira /
- no amor que inspirava Rodin /
um artista cuja arte é sensual /
tal qual tudo o que é silvestre /
e se enrosca nas serpentes /
a escrever seu corpo sinuoso no solo /
- chão para o que para a erva é lídimo /
e onde se escreve sua lei herbácea /
sem necessidade de estela /
cujas escrituras são em estela /
próprias para por em pedra a história do fóssil /
Se ao menos você existisse! /
se você existisse para além da essência /
na intersecção entre eu e o mundo geométrico /
Ah! se você existisse /
mensurada pela geodésia! /
e não apenas existindo /
sem existir para mim /
na intersecção parabolar /
das parábolas de Descartes /
coordenados os segmentos em curva no espaço /
- puro espaço "a priori" /
impresso na doutrina da metafísica transcendental /
que me põe a olha o mundo lá foca com Kant /
e nele nada ver senão objetos /
que são o lançamento do meu ego ou sujeito no mundo /
( o mundo assim /
é um olhar para nada /
que não seja eu mesmo /
objeto e sujeito /
transcendendo a mim /
no objecto espelhado /
ou especulado na face do Narciso /
que dá a filosofia idealista de Kant /
- a outra face dada para se bater ) /
Amo você /
e o quero-quero que és /
eu quero-quero demais amar /
e o quero-quero que tens...! /
- amo você dentro do mito /
do amor inexistente /
porque meu amor por você não existe /
nem mesmo você existe /
porque não está fora de mim /
postada lá fora /
livre de mim no mundo /
das coisas que vemos e transformamos em objectos /
para poder captá-las em intuição e conceito /
Na realidade minha interna amiga /
amada bem-amada /
você está dentro de mim /
encrustada gema no anel /
que verga meu corpo anatômico e fisiológico /
minha alma anatômica e fisiológica /
meu paul interior /
que se apaúla com garça /
muita garça branca /
brandindo ou reverberando a luz branca do sol /
que é uma casa caiada/
lá longe no morro /
no horizonte que se desenha no fim do olhar /
desdenhando do olhar /
Amo-a saracura de paul /
Ah! saracura-de-paul! /
oh! saracura-de-paul! /
garça de paul /
tartaranhão-de-paul /
tartaranhão-de-paul-fêmea /
seriema do cerrado /
pomba cinzenta do brejo velho /
amo-a o quero-quero que te quero /
com o querer de quero-quero /
a fazer bailar o ar com o seu trinado constante /
trinado gritado /
quase em eco /
em eco-eco de teco-teco ou teque-teque téu-téu /
Amo-a desde o ovo da cegonha /
sem vergonha de vôo mítico /
ou da maria-sem-vergonha /
que deita e rola no sexo verde /
cujo olor também é verde /
de violinista verde /
de verde pampa /
ou prado de Adélia Prado /
poetisa do brejo /
poeta-de-paul /
do paul da pernalta /
ave pernalta /
ave, nauta! /
argonauta /
- o amor está no sangue /
a paixão queima no líquido vermelho /
no reino dos eritrócitos /
no soprar da hemoglobina /
que sopra da corneta um anjo cálido /
um serafim de puro fogo /
a queimar e purificar o sangue /
que é um vampiro /
- o sangue é o próprio vampiro /
na busca de outro sangue /
Amo você que nem existe neste amor /
nesta paixão que sinto /
sem objeto externo /
ou cujo objeto externo /
é o objeto interno /
desenvolvido no idílio /
e da necessidade premente /
de crer que existe /
o que somente está cá dentro de mim /
no ovo hermético /
( Você não tem existência /
nem tampouco existencialismo algum /
é mera essência interna /
que meus sentidos internos e externos /
constituem como ser /
em dulcíssima ontologia de poeta /
que canta o grito na garganta /
onde amanhece uma andorinha /
em solitude parda ou cinza ) /
Amo-a trocando o verbo de pessoa ordinal /
pondo-o na pessoa do tu /
e do tuiuiui volante no paul /
Sinto saudades do tempo /
( do tempo e não de ti!) /
em que eu te amava /
porque já não creio mais no amor que cria /
quando não era ateu de amor cristão /
no latim do padre de tempos de antanho /
e de Santo Antão e Santo Antônio /
Naquele tempo eu te amava em Alice /
no país das Maravilhas /
naquele símbolo /
naquela alegoria /
naquela fábula /
amei-te muito /
e tenho saudade daquela felicidade /
que o amor solitário me fazia experenciar /
quando eu era o Chapeleiro maluca /
e tu eras a lebre maluca /
ou a própria Alice /
buscando meu amor ateu /
Hoje sem esse amor fabuloso /
sinto-me infeliz e triste /
e o tempo me parece um tempo perdido /
como uma fumaça de cigarro /
não procurando nada /
ou um resquício de cerveja /
no copo e na garrafa abandonado /
por um ébrio que foi feliz /
enquanto era eu naquela mesa /
frente a lua /
que Miró não soubera desenhar no céu noturno /
falciforme e negra /
como a mão da morte /
que passeia no verdugo invisível /
a rondar gargantas /
e cabeças a cortar /
no dizer da rainha vermelha /
( a cabeça decepada /
foi a cabeça do meu amor por ti /
uma paixão que se esfumou na brisa torta /
que passou por aqui fumando /
na lagarta que fuma naquele País de Alice /
- no País onde foi Alice /
sonhando que era um País das maravilhas /
antigo pensar adolescente /
a olhar o mundo detrás de olhos felizes /
corpo feliz /
sem doença ou dor /
que o arraste á melancolia /
ou a grande depressão ) /
Você é meu idílio /
mero idílio /
pobre idílio /
cônscio idílio /
idílica amada /
morta amada /
pela legião de forças das bem-amadas em exército /
em sintaxe de guerra /
em legião romana /
Você era idílica na espessura do idílio /
ao longe desenhado na geometria do horizonte /
pesado na gravidade de Newton /
no grave som do violoncelo /
tocando a corda de solidão do músico /
o obscuro músico /
dedilhando senos nas cordas do violoncelo tristonho /
lembrando da alegria de um Mozart vivo /
Você era minha utopia no lugar da utopia /
que se estende por todo a toponímia da cidade /
- Utopia de Morus a Marx /
( utopia é lugar nenhum /
e simultaneamente todo lugar /
pois em todo lugar se constrói uma utopia /
para o sujeito sobreviver /
em contato com o objeto do idealista /
em filosofia transcendental de Kant /
ou nos axiomas e corolários de Spinoza ) /
Você é meu sonho desde o berço /
desde antes do pequenino que fui /
do pequerrucho amado /
que corria a sorrir feliz /
dando gargalhadas de alegria pura /
na felicidade do estagirita /
confiante na vida /
na vida de menino /
e no destino desconhecido /
ou sequer suspeitado /
aonde cheguei /
e onde ninguém me espera /
onde você não me espera /
no mundo empírico /
( Nunca imaginei que estaria tão só /
com a flor do idílio à mão /
e versos pífios /
que nem sequer têm objeto /
para dizer adeus /
nem deus nenhum /
- nem tampouco o deus do pagão /
do cristão e do ateu /
que tem lá o seu deus /
mais ateu que o próprio ateu ) /
Em mitologia filosófica e poética /
o amor vai fluindo /
rio em todas as coisas /
passando por dentro /
tendo leito por fora /
e por baixo da terra /
nos subterrâneos lençóis freáticos /
aquíferos extensos /
outrossim carregando as nuvens plúmbeas /
à maneira das penas na pomba /
arroios que molham arroz /
e entram e saem do corpo humano /
ou secam ali no leito de morte /
de um riacho abandonado à própria sorte /
sob o sol do deserto /
com os pés nus na areia tórrida /
Amo você pelo seu carácter /
no rito mental da alegoria /
no símbolo do amor /
mas não na realidade /
algo cru nas crucíferas /
- cru na cruz romana quotidiana /
Amo seu ser posto no mundo /
com a coragem de quem põe o que pensa no mundo /
e realiza uma existência /
que a maioria pusilâmine nem sonha tentar /
por em sombra sob umbela ao sol /
que ama brincar em suas tranças /
que descem na corda amarela /
trançada na estória de Rapunzel /
( imaginada no menino em eterno retorno que sou sempre ) /
e na história da tereza /
dos pequenos bandidos presos pelos grandes criminosos /
donos do Código Penal e do processo /
que é a chave da cadeia /
procedimento sumário para pobres meliantes desprotegidos /
( ou a clave do tartaranhão-ruivo-dos-pauis ?! ) /
Olho você conversando com outros /
que nem são seres /
são fetos de seres /
abortos postos no mundo /
enquanto você é uma das Ilhas Aleutas /
um arquipélago para pouso das procelárias /
aves em debandada do meu oceano nada pacífico /
Vejo-a única em beleza /
solitária em sua beleza pura /
- única beleza de ilha no Pacífico /
entre os demais ( que são demais!) /
navegando em solitude pelo Estreito de Magalhães /
pois por mais belos e belas /
que os demais sub-seres possam parecer /
são criaturas feias perto de sua capela radiante /
sua cabeça sob capuz louro /
sua boca a dizer palavras /
sem o amargor ou a ironia cáustica /
dos filósofos que sofrem de cinismo /
- do cinismo que vence as bestas /
as cavalgaduras quixotescas ou apocalípticas no mundo /
nos seus reinos de mendacidade /
porquanto sendo símios /
somente podem servir à política dos chimpanzés /
pois não para aptos para a sabedoria dos poetas invasores de sistemas
vegetais /
e dos sábios amantes da vida e da liberdade /
andarilhos monges livres /
das masmorras construídas com Direitos Humanos /
e outras doutrinas religiosas para orangotangos /
dançando seus tangos /
Desejo muito você /
deseja-a intensamente /
com a intensidade densa do magma do vulcão /
da Ilha de Santorini /
( Seu corpo para mim /
não é uma península anatômica e fisiológica somente /
é um tsunami na língua austronésia tagalo ) /
Sexualmente a quero muito /
e muito mais que quero o quero-quero /
quero-te quero-te-quero /
quero-quero e outro quero-quero /
no acasalamento do quero-quero /
na alma cavada pela paixão /
Todavia não posso te propor /
nada que não seja digno de ti /
nem de mim /
A terra molhada em paul /
é terra em ti /
na flor que quero que seja um miosótis /
que azul é seu amor e verde também /
na melodia plantada em violinos /
um Stradivárius e um Amati /
tocados pelo violinista azul /
e o outro verde violinista em erva /
Mas você apaúla?! /
ou a terra por baixo do ventre das heras /
não tem nada de palustre /
não guarda o lago /
com o arcanjo nadando por baixo do peixe /
a lagoa onde a garça branca /
anda na alvura da barra da alva /
silente no seu passo de bailarina de Degas /
num salto de flor de laranjeira aromática /
que pára-queda no beija-flor /
quedo o vôo /
sobre o único momento /
que o coração do tempo parou /
no ar das abelhas rajadas no amarelo dos seus cabelos /
A vizinha da loucura /
avezinha da loucura /
é minha alma /
alma minha /
alma de gato /
alma-de-gato /
de sete vidas /
- sete almas /
os sete demônios em Maria de Magdala /
se houve tal Maria /
se houve tal Magdalla /
caminho da rota mercantil /
com o vil til /
do lado que sopra o anjo no vento /
barlavento ou sotavento /
da ilha que invento viver /
no vegetal do coqueiro /
na respiração da palmeira /
na casa do marimbondo /
naquele vespeiro /
dependurado na palma verdejante /
que a palmeira estende /
para assinalar um adeus /
totalmente ateu /
nada hebreu no nado nato do arameu /
nata de Deus /
maranata /
Amo você /
e e é triste perder um amor /
uma paixão alucinante /
mas a vida é triste /
e um amor se perde /
depois ou antes que se ganhe /
pois temos a morte em tudo /
girando o motor /
e estagnando a água no rio de dentro do corpo /
uma paixão é também uma elegia /
não é somente uma ode ao amor /
Amo você amazona /
-amazona montada sobre um cavalo do apocalipse /
embuçada em manto escarlate /
sobre o cavalo vermelho /
pois você é o cavaleiro vermelho /
mas somente eu sei /
que o cavaleiro vermelho /
não é nenhum cavaleiro carmim /
mas uma amazona sim /
carmesim amazona do apocalipse /
na qual desejo deixar elegia um rastro de mim /
um rastro de homem /
que vai buscar o menino /
dentro da mulher amada /
(Depois de ler este poema /
olhe dentro dos meus olhos /
para eu ver se posso ler /
este poema escrito lá dentro /
no ermo da alma /
no longo rasto de luz dos olhos /
que desenha almas aladas ) /
domingo, 1 de novembro de 2009
LAMAÇAL MEFÍTICO
O mundo vagabundo pelos caminhos da madrugada silente /
O mundo é o cão de Diógenes de Sinope /
fome que a goiaba faz cessar de chofre /
devorada a fruta e o gusano dançante /
bela flor que abriga uma aldeia onírica /
para onde pés noctâmbulos podem fugir via sonho /
com as aldeias que alienaram para fora das paredes oníricas /
transplantadas para metrópoles cruéis /
onde somente as feras imperam /
e não há sonho que resista por muito tempo /
de guerreiro e monge templário /
e dos quatro cavaleiros do Apocalipse /
que defendem o mundo e as bestas coroadas /
- o sonho á mais bela flor que tenho /
( Agora eu sei o que sentiam os profetas apocalípticos de Israel /
quando dissecavam o mundo em seu oráculos /
em suas profecias que desciam até a profundidade abissal da poesia vegetativa /
que é a consciência vital da existência humana /
sempre dirigida pelas bestas radicadas no Sistema Nervoso central do Apocalipse /
feras ignorantes e incapazes de ler o Sistema Nervoso Vegetativo
o sistema sábio onde está a tenda e o templo do Senhor de Israel ) /
REFERÊNCIAS : WIKIPEDIA, GOOGLE : BESTA DE SETE CABEÇAS, BESTA DE SETE CABEÇAS, BESTA DO APOCALIPSIS, BESTA DO APOCALSIS, WIKIPEDIA, GOOGLE, VAN GOGH, PINTOR HOLANDES, VAN GOGH, PINTOR HOLANDÉS - WIKIPEDIA, GOOGLE, VAN GOGH, WIKIPEDIA, GOOGLE, VAN GOGH, BIOGRAFIA, OBRA, VAN GOGH, BIOGRAFIA, OBRA, VAN GOGH, SENHOR DE iSRAEL, SENHOR DE ISRAEL, WIKIPEDIA, GOOGLE, TEMPLO, TENDA DE JAVÉ, WIKIPEDIA, GOOGLE, TEMPLO, TENDA, WIKIPEDIA, GOOGLE, SISTEMA NERVOSO CENTRAL, WIKIPEDIA, SISTEMA NERVOSO CENTRAL, WIKIPEDIA, GOOGLE, SISTEMA NERVIOSO CENTRAL, SISTEMA NERVIOSO CENTRAL, WIKIPEDIA, GOOGLE, SISTEMA NEVIOSO VEGETATIVO, SISTEMA NERVIOSO VEGETATIVO, WIKIPEDIA, GOOGLE, SISTEMA NERVOSO VEGETATIVO, WIKIPEDIA, GOOGLE, SISTEMA NERVOSO VEVETATIVO, APOCALIPSIS, APOCALIPSE, APOCALIPIS, APOCALIPSE, WIKIPEDIA, GOOGLE, PROFETA, WIKIPEDIA, GOOGLE, PROFETA, WIKIPEDIA, GOOGLE, ORÁCULOS, PROFECIA, WIKIPEDIA, GOOGLE, ORÁCULOS, PROFECIA, WIKIPEDIA, GOOGLE, ABISSAL, VITAL, WIKIPEDIA, GOOGLE, ABISSAL, VITAL, WIKIPEDIA, GOOGLE, CORAÇÃO, CORAZÓN, WIKIPEDIA, GOOGLE, CORAZÓN, CORAÇÃO, WIKIPEDIA, GOOGLE, MUNDO, BESTA DO APOCALIPSIS, MUNDO, BESTA DO APOCALIPSIS, WIKIPEDIA, GOOGLE, NATUREZA, NATURALIEZA, NATUREZA, NATURALEZA, WIKIPEDIA, GOOGLE, CAVALEIRO, CABALLERO, WIKIPEDIA, GOOGLE, CAVALEIRO, CABALLERO, WIKIPEDIA, GOOGLE, SONHO, SOÑO, FLOR, FUTO, FRUTA, SONHO, SOÑO, FLOR, FRUTA, FRUTO, WIKIPEDIA, GOOGLE, ARMADURA, TEMPLO, TEMPLÁRIO, WIKIPEDIA, GOOGLE, ARMADURA, TEMPLO, TEMPLÁRIO, WIKIPEDIA, GOOGLE, GUERREIRO, MONGE TEMPLÁRIO, WIKIPEDIA, GOOGLE, GUERREIRO, MONGE TEMPLÁRIO, WIKIPEDIA, GOOGLE, MEDIEVAL, ALDEIAS, ONÍRICO, WIKIPEDIA, GOOGLE, MEDIEVAL, ALDEIAS, ONÍRICO, WIKIPEDIA, GOOGLE, METRÓPOLES, MEFÍTICO, WIKIPEIA, GOOGLE, METRÓPOLES, MEFÍTICO, WIKIPEDIA, GOOGLE, GUERRA NATURAL, VESPAS, WIKIPEDIA, GOOGLE, VESPAS, GUERRA NATUAL, WIKIPEDIA, GOOGLE, GOIABA, GOIABEIRA, WIKIPEDIA, GOOGLE, GOIABA, GOIABEIRA, WIKIPEDIA, GOOGLE, POLPA, GUSANO, WIKIPEDIA, GOOGLE, POLPA, GUSANO, WIKIPEDIA, GOOGLE, DIÓGENES DE SINOPE, WIKIPEDIA, GOGOLE, DIÓGENES DE SINOPE, BIOGRAFIA, DIÓGENES DE SINOPE, BIOGRAFIA, DIÓGENES DE SINOPE.
| Diogenes (Διογένης ὁ Σινωπεύς) | |
|---|---|
Diogenes por John William Waterhouse, representa su lámpara, su tinaja y las cebollas de las que se alimentaba. | |
| Filosofía occidental Filosofía antigua | |
| Nacimiento | c. 412 a. C. |
| Fallecimiento | 323 a. C. (89 años) |
| Escuela/Tradición | Filosofía griega, Escuela cínica |
| Intereses principales | Ascetismo, Cinismo |
| Ideas notables | Se convirtió en el arquetipo de filósofo cínico |
| Influido por | Antístenes |
| Influyó a | Crates de Tebas, Metrocles, Hiparquía, Menedemo, Menipo, Onesícrito de Astipalea, Shakespeare, Voltaire, Oscar Wilde, Mark Twain, Dorothy Parker, a otros cínicos y a los estoicos. |
Diogenes de Sínope (en griego Διογένης ὁ Σινωπεύς Diogenes ho Sinopeus) , también llamado Diógenes el Cínico, fue un filósofo griego perteneciente a la escuela cínica. Nació en (Sinope, ca. 412 a. C. – Corinto y murió en 323 a. C.) No legó a la posteridad ningún escrito; la fuente más completa de la que se dispone acerca de su vida es la extensa sección que su tocayo Diógenes Laercio le dedicó en su Vidas, opiniones y sentencias de los filósofos más ilustres.Diógenes de Sínope fue exiliado de su ciudad natal y trasladado a Atenas, donde se convirtió en un discípulo de Antístenes, el más antiguo pupilo de Sócrates. Diógenes vivió como un vagabundo en las calles de Atenas, convirtiendo la pobreza extrema en una virtud. Se dice que vivía en una tinaja, en lugar de una casa, y que de día caminaba por las calles diciendo que “buscaba hombres” (honestos). Sus únicas pertenencias eran: un manto, un zurrón, un báculo y un cuenco (hasta que un día vio que un niño bebía el agua que recogía con sus manos y se desprendió de él). Ocasionalmente estuvo en Corinto donde continúo con la idea cínica de autosuficiencia: una vida natural e independiente a los lujos de la sociedad. Según él, la virtud es el soberano bien. La ciencia, los honores y las riquezas son falsos bienes que hay que despreciar. El principio de su filosofía consiste en denunciar por todas partes lo convencional y oponer a ello su naturaleza. El sabio debe tender a liberarse de sus deseos y reducir al máximo sus necesidades.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
PROJETO-LUZ DE MONET
corrupção sim : corrupto não há nenhum /
porquanto as palavras não se conceituam /
para dizer o que é o homem /
em sua essência de poeta vegetal /
plantado no Jardim do Éden do Sistema nervoso vegetativo /
onde vive a árvore do conhecimento /
MULHER DE MONET EM CAMPO DE UMBELAS
que é o belo presente no homem /
que toca violino solitário /
entre o céu e a terra /
abaixo e acima dos arcanjos /
BARCOS DE MONET EM MAR VERDE
no mar banhado na cor do violinista verde de Chagall /
- mar pintado por Monet com veleiros /
que a solta no pássaro canoro que embala o ar /
com o ritmo de sua percussão musical /
imitando a paixão de impresssionista de Monet ) /
SOLITÁRIO MOINHO DE MONET
um filósofo e ser humano não tampão /
tampouco lambão /
O VIOLINISTA VERDE DE CHAGALL
O VIOLINISTA VERDE DE CHAGALL
Platão - um violinista que fez medrar o verde na filosofia /
um sábio que desceu profundo na sabedoria vegetal /
terras e céus sobre e sob ervas /
de onde tirou a flor azul da idéia /
e com ela tocou o violinista verde que há no ser humano /
- o sábio vegetativo que há no homem /
( o violinista verde é o poeta vegetal /
que medra na floresta dentro do homem ) /
ALAMEDA CLAUDE MONET
na cor vegetal da poesia de Monet para o violinista celeste /
- o ser humano é um projeto de violinista verde!!! /
SOLITÁRIO MOINHO: MONGE NA PAISAGEM
e ainda nos olhos úmidos de alegria de uma menina /
solitária na paisagem como um moinho de vento /
( moinhos de vento são monges na paisagem
exprimem toda a extensão da solidão humana /
OBRA PICTÓRICA DE MONET
O ser humano é individualmente um projeto de anjo /
CATEDRAL DE ROEUN PINTADA POR MONET
e enfim, por fim, serafim /
- serafim queimado pelo projeto alienígena dos engenheiros sociais inexistentes /
O VIOLINISTA AZUL CELESTE DE MARC CAHAGALL
VIOLINISTA DO AZUL CELESTE DE MARC CHAGALL
REFÊNCIAS : GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE, GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE : MONET, BIOGRAFIA, CLAUDE MONET, BIOGRAFIA, OBRAS DE MONET, OBRAS DE CLAUDE MONET, CATEDRAL DE ROUEN, OBRA DE MONET, CATEDRAL DE ROEN, OBRA DE MONET - CHAGALL, BIOGRAFIA, MARC CHAGALL, BIOGRAFIA, VIOLINISTA AZUL, CHAGALL, VIOLINISTA VERDE, CHAGALL, VIOLINISTA AZUL, VIOLINISTA CELESTE, CHAGALL, VIOLINISTA CELESTE, CHAGALL, VIOLINISTA VERDE, CHAGALL , MODIGLIANI, PICASSO, BIOGRAFIA,OBRAS, PICASSO, MODIGLIANI, BIOGRAFIA, OBRAS, MODIGLIANI, JEANNE HÉBUTERNE, MODIGLIANI, JEANNE HÉBUTERNE, MODIGLIANI, JEANNE HEBUTERNE, MODIGLIANI, JEANNE HEBUTERNE, ALIENÍGENA, ENGENHEIROS, ENGENIEROS, ENGENHEIROS, ENGENIEROS, ALIENÍGENA, PROJETO, PROJECTO, SERAFIM, PROJECTO, SERAFIM, SOCIAIS, SOCIALES, SOCIAIS, SOCIALES, ARCANJO, ANJO, SOLIDÃO, ARCANJO, ANJO, SOLIDÃO, SOLEDAD, SOLEDAD, MONGE, SOLITÁRIO, MONGE, SOLITÁRIO, MOINHO DE VENTO, MOLINO DE VIENTO, MOINHO DE VENTO, MOLINO DE VIENTO, PAISAGEM, PAISAJE, PAISAJE, PAISAGEM, PLATÃO, BIOGRAFIA, OBRAS, PLATÃO, BIOGRAFIA, OBRAS, PLATÓN, BIOGRAFIA, OBRAS, PLATÓN, BIOGRAFIA, OBRAS, PICASSO, BIOGRAFIA, PICASSO, BIOGRAFIA, SISTEMA NERVOSO VEGETATIVO, SISTEMA NERVOSO VEGETATIVO, SISTEMA NERVIOSO VEGETATIVO, SISTEMA NERVIOSO VEGETATIVO, FILOSOFIA, SÁBIO, VEGETAL, FILOSOFIA, SÁBIO, VEGETAL, QUÍMICAS, POETAS, QUÍMICAS, POETAS, FLOR AZUL, FLOR AZUL. GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - VODKA-SMIRNOFF.COM - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA-SMIRNOFF.COM - www.vodka-smirnoff.com - ottogribel - www.vodka-smirnoff.com - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - vodka-orloff - VODKA ORLOFF - vodka-orloff - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : VODKA BAIKAL - vodka-baikal - VODKA BAIKAL - vodka-baikal - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTOBISMARK - www.ottobismak.com - OTTOBISMARK - www.ottobismark.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomuller.gribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomullergribel.com - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - VEGETATIVO - VEGETAL - SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO VEGETATIVO , VEGETAL -SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO VEGETATIVO -
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