O objecto do médico ou da medicina ( na realidade é do médico, pois a
medicina não existe sem o médico e mesmo com o médico continua a não
existir; o que existe é a atividade do médico denominada pela palavra
medicina, uma essência abstraída da realidade, à maneira que Euclides
de Mégara ou de Alexandria, ou ambos, abstraíram os axiomas, os
postulados e as linhas e retas, e segmento de retas, o paralelogramo,
os teoremas, enfim, a geometria, com o triângulo, objeto dos teoremas
mais esdrúxulos, como o de "Pitágoras; o "Teorema de Pitágoras"
parece não ser de Pitágoras, porém sim de Euclides, ambos seres
humanizados e não humanos, porquanto seres coletivos e não indivíduos;
escolas sobre os ombros nos omoplatas do homem que descansa nos ossos
há milênios, em muitos ossos,uma pilha deles, pois não se trata de um
indivíduo, porém de miríades deles vivendo nos séculos fora ou senão
nos milênios ); portanto, pós-digressão "longânime", o objeto da
medicina hoje é o paciente, mas mais que o paciente, o médico, que
constituiu o títere dos atos escritos ou prescritos por lei para a
medicina, ou técnica médica, tem outro objeto : a mercância, a
necessidade ou a premência de vender fármacos, droga fármacas, uma vez
que o império do mercado o exige. Na realidade, são dois objetos, ou o
objeto, propriamente, é dúplice, preponderando o objeto de interesse
da empresa que visa lucro e o cartão VISA ou MASTERCARD ou outro
"card".
O princípio e a causa que regem ou modelam o objecto não é o
conhecimento, pois ninguém crê mais em conhecimento, não sendo óbice
algum para essa descrença a tecnologia ou outras fanfarronices
científicas. O princípio e a causa que regulam e regulamentam
legalmente, na forma jurídica, o conhecimento é um princípio "fosco", com face para o obscuro,
um princípio da ignorância do objecto que, ao bipartir-se, ao se bifurcar
em princípio do conhecimento e de mercância, concomitantemente, perde sua consistência,
esfuma-se sua densidade. se esboroa sua inteligência ou a ciência que
o princípio finge conter, mas que está apenas na parola do parlapatão.
Esse problema do conhecimento vem já nas brumas de tempos remotos; na
antiga Grécia os filósofos acusavam os sofistas ( vide sofisma ou sofística, cuja raiz ou radical parace ter algo na terra com sofisticação, vocábulo que caracteriza um tempo em que a cltura já se transmuta em civilização, agregado humano mais complexo) , na Idade média o
diabo ficou com toda a culpabilidade pelo pecado, enfim, se se
procurar, em qualquer época ou cultura, haverá sempre um demônio ou
dragão culpado pelo que os políticos ou donos do mundo e do mercado do
período vivido praticam sem alarde, na surdina, à sorrelfa, no
"silêncio dos inocentes' ou acobertados por este silêncio amuado, com
muxôxo de alguns conspiradores, que querem fazer motim, querem se
amotinar, por isso suscitam uma teoria da conspiração.
O diabo, em todas as suas formas de ser no tempo, ou nos tempos em que
"existiu" em essência, assim como os deuses, que são o mesmo diabo do
outro lado da tensão, mediada por um espaço euclidiano dessa tensão ou
nem euclidiano, por há um espaço entre tensões existente, não
meramente essencial ou praticado somente para discurso ou posto
enquanto ser nas abstrações euclidianas, que falam e estudam e
praticam o espaço no desenho e com postulados, axiomas, dentre outras
evidências, porém não tratam do espaço em sua realidade ou existência,
porém somente em essência, de forma abstrata, tirando ou abstraindo
todos os vínculos com a realidade ou existência; ou seja, trata do
espaço, é um tratado erudito do espaço e, ao mesmo tempo, não trata do
espaço enquanto realidade, mas apenas idealidade.
O diabo, que é uma mera polaridade, transformada por símbolos e signos
fazendo ou tecendo história ( historia significa "tecido" ou trama,
daí a redundância inevitável numa língua não tão culta quanto o latim
ou o grego) em um ente tido pelos supersticiosos ou pela superstição
suscitada em pessoas cândidas, na conta de ente ou "entidade" real e
não mais simbólica, alegórica, graças a capacidade de distorção das
palavras, que podem trocar idéias e ir e vir da realidade ou
existência á essência, sem que o público inculto o perceba, porquanto
não conhecem as palavras senão como papagaios e não sabem nada de
filosofia, que é a ciência escondida deles ou inacessível para a
leitura de olhos infantis ou infantilizados pela educação vigente e
mancomunada com os interesses dos poderosos, com os que comandam sue
território, que denominam país, estado, ( estado de Direito soa nobre,
belo, impávido, majestático, soberbo e soberano), nação, ou igreja,
Vaticano, empresa, instituições, enfim, que tudo isso são feudos
remodelados, com novo desenho, inovações conceituais e outros
embustes.
O diabo funciona no mercado negro e todas as leis elaboradas pelos
parlamentares, conscientes ou não, passam pelo circuito que faz os dois
mercados, como tudo no mundo, do amor à guerra, existe graças ao corpo
das polaridades que fazem tudo existir ou funcionar, que é a forma com
a qual a matemática a"percebe' a realidade ou existência; ela, a
matemática, que é o matemático, que "vive " de essências, pois a
matemática é uma forma simplificada de filosofia sem o respectivo e
aborrecido aprofundamento em ciências abstrusas e extremamente
intelectuais que são a ontologia, epistemologia, a noética e outras
formas de ciências que constituem todo o corpo filosófico, um corpo
aristotélico ("Corpus aristotelicus" ).
O matemáticos e demais cientistas são filósofos mitigados, diminuídos
em suas atribuições de
saber e conhecer, do conhecimento e da sabedoria, que, por seu turno,
consubstanciam os corpos da estética e da razão, sendo a última parte
que cabe á ciência magna ou maior ( filosofia) e a primeira, a
estética, é objecto do esteta e, evidentemente te, do filósofo, o qual
também estuda ou tem como objecto de estudo a estética, mormente porque
os filósofos, em geral, também são artistas : literatos, poetas.
Toda ciência menor, alijada dos princípios racionais e até, idealistas
da filosofia, ou que é tão-somente parte da filosofia, ou filosofia
menor, que é isso que são as ciências, tem, na realidade, um objecto
ignorado, abstruso, porque ignóbil, por seus próprios cientistas ou
filósofos menores; como os velhos, vetustos religiosos, tem como objecto
antes o diabo que ao deus que cultuam, pois sobrevivem ao sabor dessas
polaridades antípodas.
Somente o filósofo está livre do diabo ou de
constituir o diabo como objeto, exceto em objeto de estudo do
simbolismo ou da simbologia, que é ramo da semiologia, semiótica e
disciplinas afins : antropologia, sociologia, psicologia, política,
religião ou teologia, gnoseologia, enfim, ciências alienadas da
filosofia, da perene crítica que a filosofia exerce sobre o pensamento
e o discurso, seu reflexo, bem como sobre a existência ou realidade e
a fenomenologia, etc. porquanto a filosofia e seus objectos múltiplos
não tem fim, vai a infinito matemático ou "n" algébrico.
O diabo, portanto, que, enquanto ser ou essência, que é, e nada mais
que um ser simbólico, alegórico,de história e não de realidade, não de
natureza ou "in natura" ( o homem também é um ser simbólico, neste
sentido, embora haja no homem a bifurcação com a realidade ou a
existência, pois conquanto simbólico na essência ou no ser, é real na
existência, existe, está fora de sua mente ou de seu pensamento, tais
quais estalam nos olhos a luz que especulam
os miosótis no azul que põem como ovos de galinha, de galinha que bota
ovo azul, esferóide, tipo uma equação esferóide, ou elipsóide,
debaixo do chapéu da flor azul e do chapéu ou véu do céu ).
Todavia, esse ser alegórico, que é o demônio, é útil às polarizações sociais
que, destarte, pode queimar hereges na fogueira, como diabos, bruxas
ou outras coisas demoníacas contras as quais se deve e pode bater o
martelo das bruxas, outrossim constitui ou "estatui" que serão os
criminosos nos códigos penais do diabo
a quatro ( os criminosos são, em geral, personagens da tragédia ou
comédia do Direito Penal de cada país ou nação : é o diabo um adversário estatuído por lei, uma personagem de lei, de estatuto legal ou jurídico, um ser jurígeno, um monstro ou aberraão social ou socialializada, cuja constituição ou nstituição legal ou jurídica ou jurígena, é criada ou inventada para solucionar alguns problemas de relacionamento social ou político que, de outra forma, de outro modo, permaneceria insolúvel, inviabilizaria o trato social e à própria sociedade, que sempre deve possuir senhores e escravos, alguns poucos, escassos homens livres e uma maioria nas galés, nas masmarra, nas senzalas, no crime e no pecado, a fim de constituir ou dar sentido lato e estrito às instituições que alienam o pensamento humano como a igreja, o governo, as empresas, o Direito, enfim, o agrupamento social, a comunidade, os meios de comunicação, a nação ou paías ou estado. Esses atos trágicos e cômicos suscita o estado da dor, o estado lancinante, o estado do homem das dores, já profetizado pelo profeta bíblico Isaías, que prevê, destarte, um apocalise social, de onde vem a besta, ou onde está plantada e planejada a besta. Isso é demasiado complexo e arbitrário, funda-se em convenções para tudo : da língua ao maniqueísmo, doutrina que serve e suscita tal estado de fato e de Direito, naturalmente).
O diabo, ainda, tem,em suas atribuições simbólicas, a função diabólica
ou mefistofélica, cujo escopo "eminente"é o de fazer circular bens e riquezas pelo circuito do
mercado negro e dar
existência na "ilegalidade" para alguns, os criminosos ou os que
pagam, enquanto bodes expiatórios ( diabos, bodes, Pan, o ser divino, que é o próprio homem, na figuração de criaturas originárias da mentalidade pagã ( o paganismo ) , merecedoras ou mantenedoras das fogueiras acesas pelas inqusiçõs ou da inquisição de todos os tempos e de todos os Torquemada, bem como da tortura, da vindita que, afiançam os maléficos, os malévolos, os maledicentes, que os purifica, que estes atos de abominação perpetrados pelas inqusições de todos eos tempos com seus métodos voltados para o contexto que o tempo veste ( não veste Prada!), representam o cadinho para essas míseras almas melhorarem, cresceram, até atingir o ápice ou o apogeu em outro mundo ( mundo criado ou inventado para tirar os bodes expiatórios deste mundo do bom Deus), pois cada tempo prescinde de um lero-lero, há sempre outro lero-lero político, conversa para para bois dormirem, bois sonsos ou zonzos ...), tudo legitimado, abençoado pelo demônio temporal ou espiritual de época.
O diabo legitima teoricamente o mercado negro e os crimes da sociedade contra os homens que, não sendo seus senhores, só podem pagar pelos crimes do senhores,os quais podem tudo, porque para eles, os donos das leis, não há crime, nem Beccaria ( Beccaria!...) , porquanto leis não são
escritas tendo eles como hipótese : eles, os senhores, estão fora da
hipótese de abrangência da lei; aliás, a lei são homens escritos ou
escritores ou escribas e homens que as interpretam, hermeneutas,
exegetas, cujas exegeses são exíguas para o pobres e opulentas para os
mlionários e biliardário.
Eles, os poderosos donos do mundo, têm
mais que a lei: tem a mídia, o dinheiro, possuem as mulheres, as terras, os
bancos , as instituições, as grande corporações, os governos, enfim, o
mundo, e Deus, em Roma, no estado do Vaticano, a seu favor, para
proteção sua, junto com São Jorge ( santo medievo?). No que tange às
leis...: são pequenas forças, peixes cristãos menores, pobres homens a serviço dos
reis, que modificaram a onomástica e o brasão de armas, para camuflar,
para viveram camuflados e protegidos pela batalhão de choque por trás
dos governos, seus mordomos e governantas, seus senadores, seus
políticos corruptos e corruptíveis a qualquer momento, os quais são
úteis besouros, servem para conter pobres, pra colocar algemas
nos míseros, a fim manter a ordem e evitar o motim ou amotinamento
dos pobres e miseráveis contra o capitão ou capitães da nau dos
desvairados, capitaneada pelos insensatos, os pobres diabos sempre
presos na rede qual fossem peixes, enredados por doutrinas, sempre
maniqueístas, pois esta é a doutrina que pervade todo o corpo social
e, inclusive, o corpo aristotélico, na parte em que o filosofo não
busca o conhecimento, mas o onírico, a utopia das éticas, noéticas e
os fins angelicais, o sumo bem de Platão e outras aleivosias contidas
na famigerada doutrina do maniqueísmo ( essa doutrina, o maniqueísmo,
dita de maniqueu, existe antes de Cristo, está no mundo do homem, ou
sociedade, associação, assembléia, igreja, desde os primórdios, junto
com a palavra oral, já na lenda, antes do mito e da história eclodir
), porque o maniqueísta tomou o mundo do conhecimento e moldou a vida
social ou a convivência regrada à lei , invadiu as ciências, mormente
as do homem, ou que tem o homem como objeto ( duplo objeto, pois o
homem é sujeito e, simultaneamente, objeto e ambos são objetos e
sujeitos ao mesmo tempo, na simultaneidade ), porque somente assim
podem
justificar ou ser justos com uma sociedade na qual alguns são
demasiadamente ricos, bilionários, com mérito, e outros vivem na
miséria completa e perene, meritoriamente também, senhor juiz. (Chamem
Wanderleia para cantarolar).
O homem é uma nódoa no mundo. Todo o lixo recai sobre sua pobre e
descoberta cabeça : o crime, o pecado, a mentira, a calúnia a
difamação, a traição, a estupidez, a soberba, a lúxuria ou lascívia...
e quanto maior, pior é o homem e maior o lixo acumulado por tantas inquisições fatídicas...
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
PRECLARO ( wikcionario wik dicionario wiki etimologia otto )
Ao se estudar um suposto ser humano pelo caminho do conhecimento temos
um objeto dúbio, porquanto a dubiedade vem de que o objecto não é
unidimensional nem unitensional, porém vários são os objectos estudados
simultaneamente no espaço e infinitas suas tensões e espaço-tenso e
espaço-tensor, originários do movimento e outras causas do movimento que são
função do tempo, uma função múltipla, arrastada para entendimento ou
tentativa de entendimento pelas linguagens e "línguas" matemáticas,
algébricas, geométricas, etc.
Do exposto, pode se apreender que o objeto é múltiplo ou multifacetado
são os objetos e nem sempre possível separá-los devido as relações e
conexões finas e grossas que os objetos mantêm, liames esses muitas
das vezes imperceptíveis ou que não é passível de ser varrido pela
percepção humana ou sobre humana das máquinas, objetivas, câmaras,
túneis, aceleradores de partículas, dentre outros artefacto da moderna
ou coeva ciência e correspondente tecnologia.
O simples, ou aparentemente simples, estudo de um ser humano, a
colocação de alguém ( ou de quem foi "alguém" com água ou alma, ou
vida, quando estava vivo e movia-se pelo mundo que movemos hoje. Seria
o mesmo mundo? Creio que sim ou similar, ao menos "in natura", todavia
não sabemos ou sequer podemos saber, porque o saber se limita aos
sentidos vigilantes, atentos, e não ao delírio dos homens em
sociedade e cultura a inventar inovadoras formas e entes e métodos
para conhecer; quando o conhecimento nunca é seguro, mormente ser muitas
vezes quase impossível se não arrancarmos verossimilhança daquilo que
conhecemos por meio de objetos confusos, muitas vezes difusos,
perdidos no som dos vocábulos, que dizem ou diziam coisas ou nomeavam
atos e fato que não podemos mais ouvir, ler de fato, com contexto, ou
vivenciar, experenciar, mas apenas experimentar, longe do saber, logo
às cegas, sem oitiva, sem sentidos,que tornem a coisa presente
enquanto ser que construímos paulatinamente, penosamente.
Torna-se, portanto, uma tarefa áspera, inócua, quando colocamos ( tese) o ser
humano enquanto objecto deste estudo, pois este ser humano, no caso
Euclides, o geômetra grego ( grego?), que uns dizem ter vivido em
Alexandria e outros em Mégara, ou seja, já não sabemos (saber ) a quem
estamos procurando "conhecer".
Um mero homem, que ficou na história,
está escrito ou descrito por filósofos como Proclo e outros que a ele
se referem. Mas seria ao Euclides, indivíduo, aquele que buscamos conhecer, que
estes filósofos se referem? Ou seria um ou dois ou milhares ou
centenas de outros Euclides, pois pode
muito bem jamais ter existido um Euclides individual, um indivíduo, porém
sim, e é mais plausível, um conjunto de obras milenares, anteriores e
posteriores ao
Euclides aqui procurado sequiosamente, do qual continuamos não
conhecendo nada, mas sabendo tudo, porquanto era um homem ou uma
coleção deles, de homens de escol, cuja geometria sobreviveu à
filosofia de Aristóteles e continua sendo uma cintilante ciência
moderna. Seria palmar achar que Euclides foi um indivíduo que,
solitariamente, em solitude, criou toda a geometria, a partir da obra
denominada "Os elementos". Na realidade, já havia muita geometria
antes de Euclides, já existira miríades de Euclides, que formulara uma
geometria para os tempos de antanho. Ninguém, nenhum sábio ou erudito
cria solitário ; para isso se faz mister toda uma tradição, enfeixada
em relações, num vasto feixe de reações sólidas, entusiasmada,
apaixonada, sem o que nada se produz.
Esse Euclides ou esses " Euclides"inspiraram a filosofia que teve o
bom ou melhor fim em Aristóteles, porém o início ou a iniciação o
processo iniciático de toda a gnoseologia foi de Euclides ou dos
Euclides, dos quais o que sabemos é que estruturam o arcabouço de toda
engenharia, física, desenho, axiomática ( axiomas), postulados, etc.
Sem embargo, de Euclides, que tanto fez, tanto realizou, ninguém
conhece nada ou quase nada e se dizem cientistas, têm o grego e
documentos escritos à mão, entretanto são analfabetos intelectivos, de
pobre capacidade de elucubração, apenas conhecem as pantomimas dos
bufões, as representações de cara séria dos truões, são polichinelos,
fazem parte da comédia da arte, que é parte da vida humana : a porção
estúpida do ser humano. Eles possuem a Pedra de Roseta; no entanto são
analfabetos em grego e latim, mas fazem pensar aos mais tolos
exatamente o oposto.
Todavia, nem mesmo podemos saber, não sabemos, pela segurança dos
sentidos vivos, mas meramente pela memória e leitura de textos e outras
"provas" que provamos, ou outros provaram e nos disseram que era o
homem, porque tinham compulsado os alfarrábios em grego-pó, e são
doutos, o que os tornar autoridades, aptos a falar, ainda que seja tudo
um delírio de suas mentes limitadas por "n" fatores algébricos,
algebricados, imbricados, jamais sabendo, mas tão-somente conhecendo e
de forma indireta, pelo intelecto, muitas vezes alheio, se houve de
fato Euclides, o individuo Euclides, não o ser coletivo, e se houve
pode ter sido outro ser que nem era o Euclides do qual falamos, que
não é nosso objeto de estudo, mas outro homem, quiça´um indivíduo, que
existiu, porém tinha o nome para homenagear o Euclides coletivo, que
jamais existiu enquanto indivíduo, senão pela forma de vários Euclides
que homenagearam a obra milenar de inúmeros sábios e filósofos, os
quais elaboraram, elucubraram em conjunto e separados por séculos,
tal qual os escribas bíblicos, a obra de, talvez, um sábio filosofo
encetou, com os elementos, então eivado dos equívocos que a solidão
traz, e a limitação que própria ao homem, que foi evoluindo
paulatinamente pelos séculos fora até atingir a perfeição.
Tal Euclides, o indivíduo que nem esse nome de "Euclides" tinha, que
era apenas um
homem obscuro, o qual escreveu a obra denominada "Os Elementos" que,
por certo, foi escrita por um indivíduo, ao menos inicialmente, e pode
ter sido aperfeiçoada por outros tantos quantos "Euclides", muitos dos
quais não eram chamados "Euclides" no berço, mas foram assim
cognominados pela posteridade, levou os séculos ou milênios, que pode
se originar até ao nascer do idioma grego, no berço da língua, a qual
pode ter influenciado ou simplesmente prestado uma homenagem ao
"Euclides", possível individuo, com o delta, um triângulo, ou também
não, ao contrário, pois pode ter sido do delta, signo grego, que
semelha símbolo geométrico, por assim dizer metaforicamente, que
"Euclides" tirou seu triângulos e os teoremas celebrados pela
posteridade que o aclamou; para tal feito hercúleo da inteligência
humano, do espírito humano, talvez, ou certamente, tenham corrido
milênios, tempo necessário para levar a colossal obra dos "Euclides"
à perfeição, no correr das patas dos cavalos sobre o tambor dos
milênios e da língua grega, quando falante e escrita com toda a pompa
de sua caligrafia.
Do exposto pode se arguir com propriedade e clareza euclidiana, que
saber é fácil, o homem é apto a isso pela natureza, se bem que essa
sabedoria tenha sido mitigada em relação aos demais animais porquanto
o homem privilegiou o conhecimento que, ao contrário do saber ou da
sabedoria, não é simples, porém extremamente complexo, quiçá ato
impossível fora das palavras que nos consolam na essência, pois a
existência está presa aos sentidos e à sabedoria ou saber e a essência
ou ser ao conhecimento, prisioneiros de palavras no discurso, desviados
de coisas que passam a ser objectos, deixando assim de existir para a
sapiência a fim de entra no conhecimento, universo forma de palavras e
lógica ou "logos", no preclaro dizer dos antigos gregos e outros povos
de palavra,como os hebreus e judeus da Bíblia que, na Vulgata, no
latim, língua senhora do mundo, é o verbo.
Assim não podemos saber tudo, mas somente o que nos cerca; e não
podemos conhecer nada e fato, porém apenas pelo ato de pensar que
eclode em palavras, frase, símbolos e signos das duas semiologias e
semióticas : o idioma e as matemáticas.
A falta de sentidos no conhecimento, que é sempre para longe, para
textos, para o mediato, o mediado, e não para o imediato,não para o
que está próximo, para aonde vão e chegam os sentidos a captar o que
existe; por outro lado, o limite dos sentidos não é bem um limite,
pois o mundo ou a terra, o cosmos, enfim, não difere tanto dos
sentidos ou do que os sentidos captam; logo, pelos sentidos pode se
saber tudo com o mínimo de tempo e espaço, pois mesmo aquilo que os
sentidos parecem não captar o homem e os outros animais sabem, pois
parece haver uma comunicação mais ampla dos sentidos com o mundo do
que a que somos levados a crer que percebemos.
Nem com toda a história logramos conhecer de fato, com os sentidos,
que faltam ao conhecimento, quase nada de Euclides, que é nossa
historia, está em nossa história e memoria; imagine o que não está!
Entretanto, utilizando dos sentidos e perscrutando os homens que
conhecemos ou que estão vivos e produzem algo fenomenal ( a maioria
deles não chega ao publico vivo,nem o público escuta o sábio vivo, mas
apenas arrivistas , que fazem do saber e do conhecimento sua mercância
e engodam os tolos, que são a grande maioria avassaladora de seres
humanos, infelizmente!) para saber, pelo crivo dos sentidos, com a
alma viva dentro da chama do espírito vivo, ou do pensamento vivo, a
realidade ou existência e não a mera essência, cuja função precípua
seria falar , abordar, enfocar, ou dizer da existência e da essência,
porém com os arrivistas no governo e tudo o que é humano,
politicamente, isso não acontece senão com alguns espírito e escol, os
quais vivem à margem, até que o tempo passe.
A discrepância entre o saber ou a sabedoria, dada pela inteligência
em vida, alma cheia, e espírito lotado, e do conhecimento humano,
também politicamente animal, que se limita ao discurso, enquanto
humano, e jamais desce à existência, ao cerne e a berne da realidade
põe o ser humano na Torre de Babel.
Aristóteles já argumentara isso.
um objeto dúbio, porquanto a dubiedade vem de que o objecto não é
unidimensional nem unitensional, porém vários são os objectos estudados
simultaneamente no espaço e infinitas suas tensões e espaço-tenso e
espaço-tensor, originários do movimento e outras causas do movimento que são
função do tempo, uma função múltipla, arrastada para entendimento ou
tentativa de entendimento pelas linguagens e "línguas" matemáticas,
algébricas, geométricas, etc.
Do exposto, pode se apreender que o objeto é múltiplo ou multifacetado
são os objetos e nem sempre possível separá-los devido as relações e
conexões finas e grossas que os objetos mantêm, liames esses muitas
das vezes imperceptíveis ou que não é passível de ser varrido pela
percepção humana ou sobre humana das máquinas, objetivas, câmaras,
túneis, aceleradores de partículas, dentre outros artefacto da moderna
ou coeva ciência e correspondente tecnologia.
O simples, ou aparentemente simples, estudo de um ser humano, a
colocação de alguém ( ou de quem foi "alguém" com água ou alma, ou
vida, quando estava vivo e movia-se pelo mundo que movemos hoje. Seria
o mesmo mundo? Creio que sim ou similar, ao menos "in natura", todavia
não sabemos ou sequer podemos saber, porque o saber se limita aos
sentidos vigilantes, atentos, e não ao delírio dos homens em
sociedade e cultura a inventar inovadoras formas e entes e métodos
para conhecer; quando o conhecimento nunca é seguro, mormente ser muitas
vezes quase impossível se não arrancarmos verossimilhança daquilo que
conhecemos por meio de objetos confusos, muitas vezes difusos,
perdidos no som dos vocábulos, que dizem ou diziam coisas ou nomeavam
atos e fato que não podemos mais ouvir, ler de fato, com contexto, ou
vivenciar, experenciar, mas apenas experimentar, longe do saber, logo
às cegas, sem oitiva, sem sentidos,que tornem a coisa presente
enquanto ser que construímos paulatinamente, penosamente.
Torna-se, portanto, uma tarefa áspera, inócua, quando colocamos ( tese) o ser
humano enquanto objecto deste estudo, pois este ser humano, no caso
Euclides, o geômetra grego ( grego?), que uns dizem ter vivido em
Alexandria e outros em Mégara, ou seja, já não sabemos (saber ) a quem
estamos procurando "conhecer".
Um mero homem, que ficou na história,
está escrito ou descrito por filósofos como Proclo e outros que a ele
se referem. Mas seria ao Euclides, indivíduo, aquele que buscamos conhecer, que
estes filósofos se referem? Ou seria um ou dois ou milhares ou
centenas de outros Euclides, pois pode
muito bem jamais ter existido um Euclides individual, um indivíduo, porém
sim, e é mais plausível, um conjunto de obras milenares, anteriores e
posteriores ao
Euclides aqui procurado sequiosamente, do qual continuamos não
conhecendo nada, mas sabendo tudo, porquanto era um homem ou uma
coleção deles, de homens de escol, cuja geometria sobreviveu à
filosofia de Aristóteles e continua sendo uma cintilante ciência
moderna. Seria palmar achar que Euclides foi um indivíduo que,
solitariamente, em solitude, criou toda a geometria, a partir da obra
denominada "Os elementos". Na realidade, já havia muita geometria
antes de Euclides, já existira miríades de Euclides, que formulara uma
geometria para os tempos de antanho. Ninguém, nenhum sábio ou erudito
cria solitário ; para isso se faz mister toda uma tradição, enfeixada
em relações, num vasto feixe de reações sólidas, entusiasmada,
apaixonada, sem o que nada se produz.
Esse Euclides ou esses " Euclides"inspiraram a filosofia que teve o
bom ou melhor fim em Aristóteles, porém o início ou a iniciação o
processo iniciático de toda a gnoseologia foi de Euclides ou dos
Euclides, dos quais o que sabemos é que estruturam o arcabouço de toda
engenharia, física, desenho, axiomática ( axiomas), postulados, etc.
Sem embargo, de Euclides, que tanto fez, tanto realizou, ninguém
conhece nada ou quase nada e se dizem cientistas, têm o grego e
documentos escritos à mão, entretanto são analfabetos intelectivos, de
pobre capacidade de elucubração, apenas conhecem as pantomimas dos
bufões, as representações de cara séria dos truões, são polichinelos,
fazem parte da comédia da arte, que é parte da vida humana : a porção
estúpida do ser humano. Eles possuem a Pedra de Roseta; no entanto são
analfabetos em grego e latim, mas fazem pensar aos mais tolos
exatamente o oposto.
Todavia, nem mesmo podemos saber, não sabemos, pela segurança dos
sentidos vivos, mas meramente pela memória e leitura de textos e outras
"provas" que provamos, ou outros provaram e nos disseram que era o
homem, porque tinham compulsado os alfarrábios em grego-pó, e são
doutos, o que os tornar autoridades, aptos a falar, ainda que seja tudo
um delírio de suas mentes limitadas por "n" fatores algébricos,
algebricados, imbricados, jamais sabendo, mas tão-somente conhecendo e
de forma indireta, pelo intelecto, muitas vezes alheio, se houve de
fato Euclides, o individuo Euclides, não o ser coletivo, e se houve
pode ter sido outro ser que nem era o Euclides do qual falamos, que
não é nosso objeto de estudo, mas outro homem, quiça´um indivíduo, que
existiu, porém tinha o nome para homenagear o Euclides coletivo, que
jamais existiu enquanto indivíduo, senão pela forma de vários Euclides
que homenagearam a obra milenar de inúmeros sábios e filósofos, os
quais elaboraram, elucubraram em conjunto e separados por séculos,
tal qual os escribas bíblicos, a obra de, talvez, um sábio filosofo
encetou, com os elementos, então eivado dos equívocos que a solidão
traz, e a limitação que própria ao homem, que foi evoluindo
paulatinamente pelos séculos fora até atingir a perfeição.
Tal Euclides, o indivíduo que nem esse nome de "Euclides" tinha, que
era apenas um
homem obscuro, o qual escreveu a obra denominada "Os Elementos" que,
por certo, foi escrita por um indivíduo, ao menos inicialmente, e pode
ter sido aperfeiçoada por outros tantos quantos "Euclides", muitos dos
quais não eram chamados "Euclides" no berço, mas foram assim
cognominados pela posteridade, levou os séculos ou milênios, que pode
se originar até ao nascer do idioma grego, no berço da língua, a qual
pode ter influenciado ou simplesmente prestado uma homenagem ao
"Euclides", possível individuo, com o delta, um triângulo, ou também
não, ao contrário, pois pode ter sido do delta, signo grego, que
semelha símbolo geométrico, por assim dizer metaforicamente, que
"Euclides" tirou seu triângulos e os teoremas celebrados pela
posteridade que o aclamou; para tal feito hercúleo da inteligência
humano, do espírito humano, talvez, ou certamente, tenham corrido
milênios, tempo necessário para levar a colossal obra dos "Euclides"
à perfeição, no correr das patas dos cavalos sobre o tambor dos
milênios e da língua grega, quando falante e escrita com toda a pompa
de sua caligrafia.
Do exposto pode se arguir com propriedade e clareza euclidiana, que
saber é fácil, o homem é apto a isso pela natureza, se bem que essa
sabedoria tenha sido mitigada em relação aos demais animais porquanto
o homem privilegiou o conhecimento que, ao contrário do saber ou da
sabedoria, não é simples, porém extremamente complexo, quiçá ato
impossível fora das palavras que nos consolam na essência, pois a
existência está presa aos sentidos e à sabedoria ou saber e a essência
ou ser ao conhecimento, prisioneiros de palavras no discurso, desviados
de coisas que passam a ser objectos, deixando assim de existir para a
sapiência a fim de entra no conhecimento, universo forma de palavras e
lógica ou "logos", no preclaro dizer dos antigos gregos e outros povos
de palavra,como os hebreus e judeus da Bíblia que, na Vulgata, no
latim, língua senhora do mundo, é o verbo.
Assim não podemos saber tudo, mas somente o que nos cerca; e não
podemos conhecer nada e fato, porém apenas pelo ato de pensar que
eclode em palavras, frase, símbolos e signos das duas semiologias e
semióticas : o idioma e as matemáticas.
A falta de sentidos no conhecimento, que é sempre para longe, para
textos, para o mediato, o mediado, e não para o imediato,não para o
que está próximo, para aonde vão e chegam os sentidos a captar o que
existe; por outro lado, o limite dos sentidos não é bem um limite,
pois o mundo ou a terra, o cosmos, enfim, não difere tanto dos
sentidos ou do que os sentidos captam; logo, pelos sentidos pode se
saber tudo com o mínimo de tempo e espaço, pois mesmo aquilo que os
sentidos parecem não captar o homem e os outros animais sabem, pois
parece haver uma comunicação mais ampla dos sentidos com o mundo do
que a que somos levados a crer que percebemos.
Nem com toda a história logramos conhecer de fato, com os sentidos,
que faltam ao conhecimento, quase nada de Euclides, que é nossa
historia, está em nossa história e memoria; imagine o que não está!
Entretanto, utilizando dos sentidos e perscrutando os homens que
conhecemos ou que estão vivos e produzem algo fenomenal ( a maioria
deles não chega ao publico vivo,nem o público escuta o sábio vivo, mas
apenas arrivistas , que fazem do saber e do conhecimento sua mercância
e engodam os tolos, que são a grande maioria avassaladora de seres
humanos, infelizmente!) para saber, pelo crivo dos sentidos, com a
alma viva dentro da chama do espírito vivo, ou do pensamento vivo, a
realidade ou existência e não a mera essência, cuja função precípua
seria falar , abordar, enfocar, ou dizer da existência e da essência,
porém com os arrivistas no governo e tudo o que é humano,
politicamente, isso não acontece senão com alguns espírito e escol, os
quais vivem à margem, até que o tempo passe.
A discrepância entre o saber ou a sabedoria, dada pela inteligência
em vida, alma cheia, e espírito lotado, e do conhecimento humano,
também politicamente animal, que se limita ao discurso, enquanto
humano, e jamais desce à existência, ao cerne e a berne da realidade
põe o ser humano na Torre de Babel.
Aristóteles já argumentara isso.
sábado, 4 de junho de 2011
ESPECIE ( wikcionario wik dicionario wiki etimologia otto )
O alfabeto vem, para as línguas vernáculas, as línguas faladas e
escritas atualmente, pela língua grega, pelo alfabeto grego,
evidentemente, pois a palavra alfabeto vem da junção das duas
primeiras letras ou signos da língua grega, do antigo grego. Porém
esta língua ainda é bastante desenhada, muito geométrica, muito voltada
para a beleza da escrita ou caligrafia; é o latim a língua alfabética,
que simplifica o grego antigo, por ser língua de um povo mais prático,
um povo de soldados, de guerreiros. Por isso, o latim é a língua
alfabética com o desenho atual, sem o rigorismo grego, que faz de sua
língua uma geometria, ou um desenho rigoroso próximo ao desenho
geométrico euclidiano.
A geometria de Euclides ( um homem ou um conjunto de homens sábios e
eruditos que concebeu a geometria ao longo do tempo e não na
respiração e lampejo genial de um só homem, de um mero e solitário
indivíduo, que concebeu um universo de pensamento em alguns lustros,
numa vida breve, que é a vida humana, de alma frágil, o que é pouco
verossímil, se é que há verossimilhança nisso, mormente pela forma que
os povos antigos tinham de atribuir aos seus heróis, intelectuais ou
não, façanhas que foram cumpridas em "doze trabalhos de Hércules", não
por um Hércules, que passa "romanticamente" e com enorme lastro de
"marketing" para a história, tornando a história mais legível e
atraente, através da estratégia que era então utilizada de forma
eficiente, efetiva. Provavelmente não houve um Euclides, porém muitos,
inúmeros Euclides ou seres humanos geniais elaborando a geometria por
séculos ou milênios, se se considerar os passos para trás da história,
para a pré-história que desconhecemos, apenas inferimos, porquanto a
inferência é uma espécie de imaginação do pensamento, uma alavanca que
alça a inteligência para o vôo necessário ou essencial ao
conhecimento, o que, não
obstante, leva a equívocos.
Essa visão da maneira com que os antigos apresentavam suas
personagens ou personalidades ( "personas" ou vozes com caras à
maneria do carnaval no teatro grego antigo, na tragédia mais
propriamente, que era a tragédia o rito mais importante, sendo a
comédia um ato menor ) historiais como se se tratasse de um
homem, de um indivíduo insulado, é válida não tão-somente para o
célebre Euclides, mas também para Aristóteles e outras figuras
proeminentes gregas cujos nomes, que não são de pessoas, mas de atos
que parecem perpetrados no tempo por uma série de inteligências de
escol, de elite, como era costume, hábito que não somente "vestia" os
gregos, mas também
os hebreus e, por certo, outros povos, se não há, e há, resquícios
desse costume nos escribas coevos, conquanto em outro contexto.
Se a geometria, originariamente, não desenhava a língua grega, parece,
no entanto, que com o tempo passa a desenhá-la ao gosto do conceito de
Euclides, o primeiro e, quiçá,
único ( dos inumeráveis Euclides, provavelmente) , "design" do mundo,
pois ele ( eles!) desenhou conceitos, que grafou também com axiomas
perfeitos, evidentes, necessários.
Não é possível que a geometria de Euclides (miríades de Euclides que
fizeram a personagem histórica de Euclides tomar forma humana, no
palco dos milênios ) não tenha desenhado ou influenciado no desenho
dos caracteres da língua a grega, durante o transcurso do tempo, no
qual a língua foi se modificando e a fama de Euclides
solidificando-se. Certamente Euclides fez os
primeiros gráficos em planos, os primeiros planos não-cartesianos,
obviamente, porque não havia nem o feto do avô de Descartes.
O desenho do latim mitiga a questão do "design" euclidiano; perde a
gravidade do traço ou do desenho grego, muito geométrico, axiomático e
formal, estritamente lógico, ou seja, a língua grega é uma perfeita
representante do homem grego da época, o homem histórico, metido no
fato historial, vestido de história, contextualizado e,
posteriormente, com o advento do latim, intercontextualizado sob uma
forma inovadora, sob uma inovação no desenho dos signos linguísticos,
que, curiosamente, embora sejam os mesmos sinais ou signos, são mais
flexíveis no latim, perdem o desenho rijo do grego bem desenho, em
caligrafia cuidadosa, esmerada.
Claro que a história pode ser inferida, a inferência é a "imaginação"
da razão, o olho da razão no furacão, se há furacão ou tufão no mar de
Poseidon.
O latim é quase, se não plenamente, um idioma escrito para todos
lerem, conquanto as declinações e outras filigranas intelectuais ainda
tornem sua sintaxe árdua, a ponto de não resistir a pressão da
história, que quer ser narrada ou pensada ontologicamente com
simplicidade,quer vende o "peixe" cristão e pagão.
Ler e escrever em grego e em latim são atos tão diversos quanto as
culturas que criaram ou inventaram ou elaboraram essas duas línguas
muito cultas, eruditas, que é o grego antigo e o latim morto ou
redivivo nas línguas filhas.
Aliás, as línguas oriundas do latim ( românicas ou românticas ou
línguas romances, as quais com o tempo amealhou conotações culturais)
têm um desenho ainda mais simplificado e mais próximo á fonética,
sendo,
portanto, muito mais alfabéticas também na escrita, o que o grego não
era muito, embora tenha sobrevivido inúmeras vozes ou vocábulos gregos
quase intactos graças à mediação do latim, que passou essas vozes para
o vernáculo; elas hoje vibram com seu timbre nas línguas vernaculares
( em vernáculo) ,
mesmos aquelas que não descendem diferentemente do latim e,
consequentemente, do grego, pois Roma passou essa língua, o latim, pelo
mundo a fio de espada.
O antigo grego dos filósofos e poetas trágicos que o fizeram tão
genial, culto e expressivo, em escrita quase nada tem de alfabético
para os nosso olhos modernos leitores; para esse grego ou aquele grego
antigo somos praticamente analfabetos, pois quase nada dele
compreendemos ou lemos quando a escrita se põe ante nossos olhos
leitores, então inócuos, porquanto não podem ler no grego escrito o
alfabeto, ou seja, as vogais e consoantes que ali estão desenhadas
consoante soam os vocábulos, ou vozes, que são quase as mesmas ou
mesmo as mesmas nas vogais, mas com significados e significantes
diferentes.
As letras ou signos linguísticos gregos maiúsculas, em sua maioria,
passaram para o latim sem sofrer alteração significativa. As letras
minúsculas é que afastam o alfabeto grego do latino e das línguas
românicas ou neolatinas. Elas parecem ser desenhadas na geometria
elegante e genial de Euclides, desenhos de puro conceito, formas,
ideias desenhadas, modeladas para a arte, as belas artes, as artes
plásticas e a caligrafia.
No latim, idioma quase coetâneo, pode se ler mais próximo ao vernáculo
e com certa proximidade do grego, conquanto já mais distante do que é
a distância do desenho do latim às línguas vernáculas e o grego
antigo, para cujo desenho somos analfabetos, incapazes de ler ou
escrever.
Do exposto pode se arguir que o idioma que escrevemos e
falamos vem do alfabeto latino e não grego, porque no grego não lemos
e os signos linguísticos, gráficos, não passaram nem ao latim, excepto
se se considerar modificações profundas nas letras gregas, ou do
alfabeto grego, que tem desenhos muito diferentes dos signos
linguísticos do latim, língua cujos signos passaram aos idiomas
vernáculos praticamente intacto, sem grande mutação.
O grego para nós, leitores e escritores do latim, não é alfabeto,
excepto nas duas primeiro as letras ou signos ( significantes)
linguísticos que nomeiam o tipo ou espécie de língua falada e escrita,
no caso, o alfabeto, ou a língua alfabética, cujo nome deriva ou é
derivado das duas primeiro as letras ou signos da língua grega, que os
desenha tal qual o latim as desenha posteriormente, com menos
formalidades geométricas, menos zelo na caligrafia ( outro costume
antigo viandante pelos povos, prática de longo pé no chão da Terra) ,
algo muito grego ou grega,
na letra zelosamente desenhada, ao sabor da geometria euclidiana,
fundamentada nos paralelogramos, de onde se originam polígonos e
círculos, dentre outros "signos" ( significantes) e símbolos (
significados?) matemáticos que, por sinal, muito tem de letra grega,
como sigma, ômega, delta, que é um triângulo,ou seja, uma demonstração
de figura geométrica clara, objetiva.
escritas atualmente, pela língua grega, pelo alfabeto grego,
evidentemente, pois a palavra alfabeto vem da junção das duas
primeiras letras ou signos da língua grega, do antigo grego. Porém
esta língua ainda é bastante desenhada, muito geométrica, muito voltada
para a beleza da escrita ou caligrafia; é o latim a língua alfabética,
que simplifica o grego antigo, por ser língua de um povo mais prático,
um povo de soldados, de guerreiros. Por isso, o latim é a língua
alfabética com o desenho atual, sem o rigorismo grego, que faz de sua
língua uma geometria, ou um desenho rigoroso próximo ao desenho
geométrico euclidiano.
A geometria de Euclides ( um homem ou um conjunto de homens sábios e
eruditos que concebeu a geometria ao longo do tempo e não na
respiração e lampejo genial de um só homem, de um mero e solitário
indivíduo, que concebeu um universo de pensamento em alguns lustros,
numa vida breve, que é a vida humana, de alma frágil, o que é pouco
verossímil, se é que há verossimilhança nisso, mormente pela forma que
os povos antigos tinham de atribuir aos seus heróis, intelectuais ou
não, façanhas que foram cumpridas em "doze trabalhos de Hércules", não
por um Hércules, que passa "romanticamente" e com enorme lastro de
"marketing" para a história, tornando a história mais legível e
atraente, através da estratégia que era então utilizada de forma
eficiente, efetiva. Provavelmente não houve um Euclides, porém muitos,
inúmeros Euclides ou seres humanos geniais elaborando a geometria por
séculos ou milênios, se se considerar os passos para trás da história,
para a pré-história que desconhecemos, apenas inferimos, porquanto a
inferência é uma espécie de imaginação do pensamento, uma alavanca que
alça a inteligência para o vôo necessário ou essencial ao
conhecimento, o que, não
obstante, leva a equívocos.
Essa visão da maneira com que os antigos apresentavam suas
personagens ou personalidades ( "personas" ou vozes com caras à
maneria do carnaval no teatro grego antigo, na tragédia mais
propriamente, que era a tragédia o rito mais importante, sendo a
comédia um ato menor ) historiais como se se tratasse de um
homem, de um indivíduo insulado, é válida não tão-somente para o
célebre Euclides, mas também para Aristóteles e outras figuras
proeminentes gregas cujos nomes, que não são de pessoas, mas de atos
que parecem perpetrados no tempo por uma série de inteligências de
escol, de elite, como era costume, hábito que não somente "vestia" os
gregos, mas também
os hebreus e, por certo, outros povos, se não há, e há, resquícios
desse costume nos escribas coevos, conquanto em outro contexto.
Se a geometria, originariamente, não desenhava a língua grega, parece,
no entanto, que com o tempo passa a desenhá-la ao gosto do conceito de
Euclides, o primeiro e, quiçá,
único ( dos inumeráveis Euclides, provavelmente) , "design" do mundo,
pois ele ( eles!) desenhou conceitos, que grafou também com axiomas
perfeitos, evidentes, necessários.
Não é possível que a geometria de Euclides (miríades de Euclides que
fizeram a personagem histórica de Euclides tomar forma humana, no
palco dos milênios ) não tenha desenhado ou influenciado no desenho
dos caracteres da língua a grega, durante o transcurso do tempo, no
qual a língua foi se modificando e a fama de Euclides
solidificando-se. Certamente Euclides fez os
primeiros gráficos em planos, os primeiros planos não-cartesianos,
obviamente, porque não havia nem o feto do avô de Descartes.
O desenho do latim mitiga a questão do "design" euclidiano; perde a
gravidade do traço ou do desenho grego, muito geométrico, axiomático e
formal, estritamente lógico, ou seja, a língua grega é uma perfeita
representante do homem grego da época, o homem histórico, metido no
fato historial, vestido de história, contextualizado e,
posteriormente, com o advento do latim, intercontextualizado sob uma
forma inovadora, sob uma inovação no desenho dos signos linguísticos,
que, curiosamente, embora sejam os mesmos sinais ou signos, são mais
flexíveis no latim, perdem o desenho rijo do grego bem desenho, em
caligrafia cuidadosa, esmerada.
Claro que a história pode ser inferida, a inferência é a "imaginação"
da razão, o olho da razão no furacão, se há furacão ou tufão no mar de
Poseidon.
O latim é quase, se não plenamente, um idioma escrito para todos
lerem, conquanto as declinações e outras filigranas intelectuais ainda
tornem sua sintaxe árdua, a ponto de não resistir a pressão da
história, que quer ser narrada ou pensada ontologicamente com
simplicidade,quer vende o "peixe" cristão e pagão.
Ler e escrever em grego e em latim são atos tão diversos quanto as
culturas que criaram ou inventaram ou elaboraram essas duas línguas
muito cultas, eruditas, que é o grego antigo e o latim morto ou
redivivo nas línguas filhas.
Aliás, as línguas oriundas do latim ( românicas ou românticas ou
línguas romances, as quais com o tempo amealhou conotações culturais)
têm um desenho ainda mais simplificado e mais próximo á fonética,
sendo,
portanto, muito mais alfabéticas também na escrita, o que o grego não
era muito, embora tenha sobrevivido inúmeras vozes ou vocábulos gregos
quase intactos graças à mediação do latim, que passou essas vozes para
o vernáculo; elas hoje vibram com seu timbre nas línguas vernaculares
( em vernáculo) ,
mesmos aquelas que não descendem diferentemente do latim e,
consequentemente, do grego, pois Roma passou essa língua, o latim, pelo
mundo a fio de espada.
O antigo grego dos filósofos e poetas trágicos que o fizeram tão
genial, culto e expressivo, em escrita quase nada tem de alfabético
para os nosso olhos modernos leitores; para esse grego ou aquele grego
antigo somos praticamente analfabetos, pois quase nada dele
compreendemos ou lemos quando a escrita se põe ante nossos olhos
leitores, então inócuos, porquanto não podem ler no grego escrito o
alfabeto, ou seja, as vogais e consoantes que ali estão desenhadas
consoante soam os vocábulos, ou vozes, que são quase as mesmas ou
mesmo as mesmas nas vogais, mas com significados e significantes
diferentes.
As letras ou signos linguísticos gregos maiúsculas, em sua maioria,
passaram para o latim sem sofrer alteração significativa. As letras
minúsculas é que afastam o alfabeto grego do latino e das línguas
românicas ou neolatinas. Elas parecem ser desenhadas na geometria
elegante e genial de Euclides, desenhos de puro conceito, formas,
ideias desenhadas, modeladas para a arte, as belas artes, as artes
plásticas e a caligrafia.
No latim, idioma quase coetâneo, pode se ler mais próximo ao vernáculo
e com certa proximidade do grego, conquanto já mais distante do que é
a distância do desenho do latim às línguas vernáculas e o grego
antigo, para cujo desenho somos analfabetos, incapazes de ler ou
escrever.
Do exposto pode se arguir que o idioma que escrevemos e
falamos vem do alfabeto latino e não grego, porque no grego não lemos
e os signos linguísticos, gráficos, não passaram nem ao latim, excepto
se se considerar modificações profundas nas letras gregas, ou do
alfabeto grego, que tem desenhos muito diferentes dos signos
linguísticos do latim, língua cujos signos passaram aos idiomas
vernáculos praticamente intacto, sem grande mutação.
O grego para nós, leitores e escritores do latim, não é alfabeto,
excepto nas duas primeiro as letras ou signos ( significantes)
linguísticos que nomeiam o tipo ou espécie de língua falada e escrita,
no caso, o alfabeto, ou a língua alfabética, cujo nome deriva ou é
derivado das duas primeiro as letras ou signos da língua grega, que os
desenha tal qual o latim as desenha posteriormente, com menos
formalidades geométricas, menos zelo na caligrafia ( outro costume
antigo viandante pelos povos, prática de longo pé no chão da Terra) ,
algo muito grego ou grega,
na letra zelosamente desenhada, ao sabor da geometria euclidiana,
fundamentada nos paralelogramos, de onde se originam polígonos e
círculos, dentre outros "signos" ( significantes) e símbolos (
significados?) matemáticos que, por sinal, muito tem de letra grega,
como sigma, ômega, delta, que é um triângulo,ou seja, uma demonstração
de figura geométrica clara, objetiva.
GENIAL ( wikcionario wik dicionario wiki etimologia otto )
O alfabeto vem, para as línguas vernáculas, as línguas faladas e
escritas atualmente, pela língua grega, pelo alfabeto grego,
evidentemente, pois a palavra alfabeto vem da junção das duas
primeiras letras ou signos da língua grega, do antigo grego. Porém
esta língua ainda é bastante desenhada, muito geométrica, muito voltada
para a beleza da escrita ou caligrafia; é o latim a língua alfabética,
que simplifica o grego antigo, por ser língua de um povo mais prático,
um povo de soldados, de guerreiros. Por isso, o latim é a língua
alfabética com o desenho atual, sem o rigorismo grego, que faz de sua
língua uma geometria, ou um desenho rigoroso próximo ao desenho
geométrico euclidiano.
A geometria de Euclides ( um homem ou um conjunto de homens sábios e
eruditos que concebeu a geometria ao longo do tempo e não na
respiração e lampejo genial de um só homem, de um mero e solitário
indivíduo, que concebeu um universo de pensamento em alguns lustros,
numa vida breve, que é a vida humana, de alma frágil, o que é pouco
verossímil, se é que há verossimilhança nisso, mormente pela forma que
os povos antigos tinham de atribuir aos seus heróis, intelectuais ou
não, façanhas que foram cumpridas em "doze trabalhos de Hércules", não
por um Hércules, que passa "romanticamente" e com enorme lastro de
"marketing" para a história, tornando a história mais legível e
atraente, através da estratégia que era então utilizada de forma
eficiente, efetiva. Provavelmente não houve um Euclides, porém muitos,
inúmeros Euclides ou seres humanos geniais elaborando a geometria por
séculos ou milênios, se se considerar os passos para trás da história,
para a pré-história que desconhecemos, apenas inferimos, porquanto a
inferência é uma espécie de imaginação do pensamento, uma alavanca que
alça a inteligência para o vôo necessário ou essencial ao
conhecimento, o que, não
obstante, leva a equívocos.
Essa visão da maneira com que os antigos apresentavam suas
personagens ou personalidades ( "personas" ou vozes com caras à
maneria do carnaval no teatro grego antigo, na tragédia mais
propriamente, que era a tragédia o rito mais importante, sendo a
comédia um ato menor ) historiais como se se tratasse de um
homem, de um indivíduo insulado, é válida não tão-somente para o
célebre Euclides, mas também para Aristóteles e outras figuras
proeminentes gregas cujos nomes, que não são de pessoas, mas de atos
que parecem perpetrados no tempo por uma série de inteligências de
escol, de elite, como era costume, hábito que não somente "vestia" os
gregos, mas também
os hebreus e, por certo, outros povos, se não há, e há, resquícios
desse costume nos escribas coevos, conquanto em outro contexto.
Se a geometria, originariamente, não desenhava a língua grega, parece,
no entanto, que com o tempo passa a desenhá-la ao gosto do conceito de
Euclides, o primeiro e, quiçá,
único ( dos inumeráveis Euclides, provavelmente) , "design" do mundo,
pois ele ( eles!) desenhou conceitos, que grafou também com axiomas
perfeitos, evidentes, necessários.
Não é possível que a geometria de Euclides (miríades de Euclides que
fizeram a personagem histórica de Euclides tomar forma humana, no
palco dos milênios ) não tenha desenhado ou influenciado no desenho
dos caracteres da língua a grega, durante o transcurso do tempo, no
qual a língua foi se modificando e a fama de Euclides
solidificando-se. Certamente Euclides fez os
primeiros gráficos em planos, os primeiros planos não-cartesianos,
obviamente, porque não havia nem o feto do avô de Descartes.
O desenho do latim mitiga a questão do "design" euclidiano; perde a
gravidade do traço ou do desenho grego, muito geométrico, axiomático e
formal, estritamente lógico, ou seja, a língua grega é uma perfeita
representante do homem grego da época, o homem histórico, metido no
fato historial, vestido de história, contextualizado e,
posteriormente, com o advento do latim, intercontextualizado sob uma
forma inovadora, sob uma inovação no desenho dos signos linguísticos,
que, curiosamente, embora sejam os mesmos sinais ou signos, são mais
flexíveis no latim, perdem o desenho rijo do grego bem desenho, em
caligrafia cuidadosa, esmerada.
Claro que a história pode ser inferida, a inferência é a "imaginação"
da razão, o olho da razão no furacão, se há furacão ou tufão no mar de
Poseidon.
O latim é quase, se não plenamente, um idioma escrito para todos
lerem, conquanto as declinações e outras filigranas intelectuais ainda
tornem sua sintaxe árdua, a ponto de não resistir a pressão da
história, que quer ser narrada ou pensada ontologicamente com
simplicidade,quer vende o "peixe" cristão e pagão.
Ler e escrever em grego e em latim são atos tão diversos quanto as
culturas que criaram ou inventaram ou elaboraram essas duas línguas
muito cultas, eruditas, que é o grego antigo e o latim morto ou
redivivo nas línguas filhas.
Aliás, as línguas oriundas do latim ( românicas ou românticas ou
línguas romances, as quais com o tempo amealhou conotações culturais)
têm um desenho ainda mais simplificado e mais próximo á fonética,
sendo,
portanto, muito mais alfabéticas também na escrita, o que o grego não
era muito, embora tenha sobrevivido inúmeras vozes ou vocábulos gregos
quase intactos graças à mediação do latim, que passou essas vozes para
o vernáculo; elas hoje vibram com seu timbre nas línguas vernaculares
( em vernáculo) ,
mesmos aquelas que não descendem diferentemente do latim e,
consequentemente, do grego, pois Roma passou essa língua, o latim, pelo
mundo a fio de espada.
O antigo grego dos filósofos e poetas trágicos que o fizeram tão
genial, culto e expressivo, em escrita quase nada tem de alfabético
para os nosso olhos modernos leitores; para esse grego ou aquele grego
antigo somos praticamente analfabetos, pois quase nada dele
compreendemos ou lemos quando a escrita se põe ante nossos olhos
leitores, então inócuos, porquanto não podem ler no grego escrito o
alfabeto, ou seja, as vogais e consoantes que ali estão desenhadas
consoante soam os vocábulos, ou vozes, que são quase as mesmas ou
mesmo as mesmas nas vogais, mas com significados e significantes
diferentes.
As letras ou signos linguísticos gregos maiúsculas, em sua maioria,
passaram para o latim sem sofrer alteração significativa. As letras
minúsculas é que afastam o alfabeto grego do latino e das línguas
românicas ou neolatinas. Elas parecem ser desenhadas na geometria
elegante e genial de Euclides, desenhos de puro conceito, formas,
ideias desenhadas, modeladas para a arte, as belas artes, as artes
plásticas e a caligrafia.
No latim, idioma quase coetâneo, pode se ler mais próximo ao vernáculo
e com certa proximidade do grego, conquanto já mais distante do que é
a distância do desenho do latim às línguas vernáculas e o grego
antigo, para cujo desenho somos analfabetos, incapazes de ler ou
escrever.
Do exposto pode se arguir que o idioma que escrevemos e
falamos vem do alfabeto latino e não grego, porque no grego não lemos
e os signos linguísticos, gráficos, não passaram nem ao latim, excepto
se se considerar modificações profundas nas letras gregas, ou do
alfabeto grego, que tem desenhos muito diferentes dos signos
linguísticos do latim, língua cujos signos passaram aos idiomas
vernáculos praticamente intacto, sem grande mutação.
O grego para nós, leitores e escritores do latim, não é alfabeto,
excepto nas duas primeiro as letras ou signos ( significantes)
linguísticos que nomeiam o tipo ou espécie de língua falada e escrita,
no caso, o alfabeto, ou a língua alfabética, cujo nome deriva ou é
derivado das duas primeiro as letras ou signos da língua grega, que os
desenha tal qual o latim as desenha posteriormente, com menos
formalidades geométricas, menos zelo na caligrafia ( outro costume
antigo viandante pelos povos, prática de longo pé no chão da Terra) ,
algo muito grego ou grega,
na letra zelosamente desenhada, ao sabor da geometria euclidiana,
fundamentada nos paralelogramos, de onde se originam polígonos e
círculos, dentre outros "signos" ( significantes) e símbolos (
significados?) matemáticos que, por sinal, muito tem de letra grega,
como sigma, ômega, delta, que é um triângulo,ou seja, uma demonstração
de figura geométrica clara, objetiva.
escritas atualmente, pela língua grega, pelo alfabeto grego,
evidentemente, pois a palavra alfabeto vem da junção das duas
primeiras letras ou signos da língua grega, do antigo grego. Porém
esta língua ainda é bastante desenhada, muito geométrica, muito voltada
para a beleza da escrita ou caligrafia; é o latim a língua alfabética,
que simplifica o grego antigo, por ser língua de um povo mais prático,
um povo de soldados, de guerreiros. Por isso, o latim é a língua
alfabética com o desenho atual, sem o rigorismo grego, que faz de sua
língua uma geometria, ou um desenho rigoroso próximo ao desenho
geométrico euclidiano.
A geometria de Euclides ( um homem ou um conjunto de homens sábios e
eruditos que concebeu a geometria ao longo do tempo e não na
respiração e lampejo genial de um só homem, de um mero e solitário
indivíduo, que concebeu um universo de pensamento em alguns lustros,
numa vida breve, que é a vida humana, de alma frágil, o que é pouco
verossímil, se é que há verossimilhança nisso, mormente pela forma que
os povos antigos tinham de atribuir aos seus heróis, intelectuais ou
não, façanhas que foram cumpridas em "doze trabalhos de Hércules", não
por um Hércules, que passa "romanticamente" e com enorme lastro de
"marketing" para a história, tornando a história mais legível e
atraente, através da estratégia que era então utilizada de forma
eficiente, efetiva. Provavelmente não houve um Euclides, porém muitos,
inúmeros Euclides ou seres humanos geniais elaborando a geometria por
séculos ou milênios, se se considerar os passos para trás da história,
para a pré-história que desconhecemos, apenas inferimos, porquanto a
inferência é uma espécie de imaginação do pensamento, uma alavanca que
alça a inteligência para o vôo necessário ou essencial ao
conhecimento, o que, não
obstante, leva a equívocos.
Essa visão da maneira com que os antigos apresentavam suas
personagens ou personalidades ( "personas" ou vozes com caras à
maneria do carnaval no teatro grego antigo, na tragédia mais
propriamente, que era a tragédia o rito mais importante, sendo a
comédia um ato menor ) historiais como se se tratasse de um
homem, de um indivíduo insulado, é válida não tão-somente para o
célebre Euclides, mas também para Aristóteles e outras figuras
proeminentes gregas cujos nomes, que não são de pessoas, mas de atos
que parecem perpetrados no tempo por uma série de inteligências de
escol, de elite, como era costume, hábito que não somente "vestia" os
gregos, mas também
os hebreus e, por certo, outros povos, se não há, e há, resquícios
desse costume nos escribas coevos, conquanto em outro contexto.
Se a geometria, originariamente, não desenhava a língua grega, parece,
no entanto, que com o tempo passa a desenhá-la ao gosto do conceito de
Euclides, o primeiro e, quiçá,
único ( dos inumeráveis Euclides, provavelmente) , "design" do mundo,
pois ele ( eles!) desenhou conceitos, que grafou também com axiomas
perfeitos, evidentes, necessários.
Não é possível que a geometria de Euclides (miríades de Euclides que
fizeram a personagem histórica de Euclides tomar forma humana, no
palco dos milênios ) não tenha desenhado ou influenciado no desenho
dos caracteres da língua a grega, durante o transcurso do tempo, no
qual a língua foi se modificando e a fama de Euclides
solidificando-se. Certamente Euclides fez os
primeiros gráficos em planos, os primeiros planos não-cartesianos,
obviamente, porque não havia nem o feto do avô de Descartes.
O desenho do latim mitiga a questão do "design" euclidiano; perde a
gravidade do traço ou do desenho grego, muito geométrico, axiomático e
formal, estritamente lógico, ou seja, a língua grega é uma perfeita
representante do homem grego da época, o homem histórico, metido no
fato historial, vestido de história, contextualizado e,
posteriormente, com o advento do latim, intercontextualizado sob uma
forma inovadora, sob uma inovação no desenho dos signos linguísticos,
que, curiosamente, embora sejam os mesmos sinais ou signos, são mais
flexíveis no latim, perdem o desenho rijo do grego bem desenho, em
caligrafia cuidadosa, esmerada.
Claro que a história pode ser inferida, a inferência é a "imaginação"
da razão, o olho da razão no furacão, se há furacão ou tufão no mar de
Poseidon.
O latim é quase, se não plenamente, um idioma escrito para todos
lerem, conquanto as declinações e outras filigranas intelectuais ainda
tornem sua sintaxe árdua, a ponto de não resistir a pressão da
história, que quer ser narrada ou pensada ontologicamente com
simplicidade,quer vende o "peixe" cristão e pagão.
Ler e escrever em grego e em latim são atos tão diversos quanto as
culturas que criaram ou inventaram ou elaboraram essas duas línguas
muito cultas, eruditas, que é o grego antigo e o latim morto ou
redivivo nas línguas filhas.
Aliás, as línguas oriundas do latim ( românicas ou românticas ou
línguas romances, as quais com o tempo amealhou conotações culturais)
têm um desenho ainda mais simplificado e mais próximo á fonética,
sendo,
portanto, muito mais alfabéticas também na escrita, o que o grego não
era muito, embora tenha sobrevivido inúmeras vozes ou vocábulos gregos
quase intactos graças à mediação do latim, que passou essas vozes para
o vernáculo; elas hoje vibram com seu timbre nas línguas vernaculares
( em vernáculo) ,
mesmos aquelas que não descendem diferentemente do latim e,
consequentemente, do grego, pois Roma passou essa língua, o latim, pelo
mundo a fio de espada.
O antigo grego dos filósofos e poetas trágicos que o fizeram tão
genial, culto e expressivo, em escrita quase nada tem de alfabético
para os nosso olhos modernos leitores; para esse grego ou aquele grego
antigo somos praticamente analfabetos, pois quase nada dele
compreendemos ou lemos quando a escrita se põe ante nossos olhos
leitores, então inócuos, porquanto não podem ler no grego escrito o
alfabeto, ou seja, as vogais e consoantes que ali estão desenhadas
consoante soam os vocábulos, ou vozes, que são quase as mesmas ou
mesmo as mesmas nas vogais, mas com significados e significantes
diferentes.
As letras ou signos linguísticos gregos maiúsculas, em sua maioria,
passaram para o latim sem sofrer alteração significativa. As letras
minúsculas é que afastam o alfabeto grego do latino e das línguas
românicas ou neolatinas. Elas parecem ser desenhadas na geometria
elegante e genial de Euclides, desenhos de puro conceito, formas,
ideias desenhadas, modeladas para a arte, as belas artes, as artes
plásticas e a caligrafia.
No latim, idioma quase coetâneo, pode se ler mais próximo ao vernáculo
e com certa proximidade do grego, conquanto já mais distante do que é
a distância do desenho do latim às línguas vernáculas e o grego
antigo, para cujo desenho somos analfabetos, incapazes de ler ou
escrever.
Do exposto pode se arguir que o idioma que escrevemos e
falamos vem do alfabeto latino e não grego, porque no grego não lemos
e os signos linguísticos, gráficos, não passaram nem ao latim, excepto
se se considerar modificações profundas nas letras gregas, ou do
alfabeto grego, que tem desenhos muito diferentes dos signos
linguísticos do latim, língua cujos signos passaram aos idiomas
vernáculos praticamente intacto, sem grande mutação.
O grego para nós, leitores e escritores do latim, não é alfabeto,
excepto nas duas primeiro as letras ou signos ( significantes)
linguísticos que nomeiam o tipo ou espécie de língua falada e escrita,
no caso, o alfabeto, ou a língua alfabética, cujo nome deriva ou é
derivado das duas primeiro as letras ou signos da língua grega, que os
desenha tal qual o latim as desenha posteriormente, com menos
formalidades geométricas, menos zelo na caligrafia ( outro costume
antigo viandante pelos povos, prática de longo pé no chão da Terra) ,
algo muito grego ou grega,
na letra zelosamente desenhada, ao sabor da geometria euclidiana,
fundamentada nos paralelogramos, de onde se originam polígonos e
círculos, dentre outros "signos" ( significantes) e símbolos (
significados?) matemáticos que, por sinal, muito tem de letra grega,
como sigma, ômega, delta, que é um triângulo,ou seja, uma demonstração
de figura geométrica clara, objetiva.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
INTELIGÊNCIA ( wikcionario wik dicionario wiki etimologia)
Os homens comuns nada sabem /
não sabem sequer o que os bichos sabem /
pois os animais e os sábios sabem do corpo /
e obedecem as leis do corpo /
leis flexíveis como água à mão para beber no arroio /
e por abrir o diálogo com o corpo são sábios /
porque o corpo é o único sábio /
que a natureza da deusa Flora /
e do deus Fauno /
prova-se pelos sentidos do corpo /
mantêm esse diálogo ou dialética com o corpo /
quer seja humano ou animal ou vegetal /
e mesmo mineral na gemologia ou mineralogia /
espargido no solo junto às ervas a caminho do sol /
( os homens das cavernas /
que somos ainda em corpo e na caverna de Platão, o sábio /
e o homem de conhecimento ou erudito Platão /
- tais homens que estão na caverna do nosso corpo /
perderam o sabor do deus silvestre que habita o corpo /
porquanto o corpo é um deus silvestre /
um deus selvagem /
é a divindade panteísta /
a qual se une integralmente com Gaia /
nosso corpo ou organismo-mor /
- Gaia, a deusa, a capitã-mor da vida /
Os sábios sabem ou provam o mundo /
e as coisas no mundo /
pela língua com enzimas /
Os sábios são os poetas vegetais /
que penetram sorrateiramente no mundo do animal /
no mistério da sabedoria /
que sabemos a sal e mar salgado /
porquanto água doce no regato /
não é torrente de leite e mel /
( O sábio é o homem ou animal com alma /
ou ser entre vivos /
que tem um espírito simbólico no sal /
que pode provar o sal /
cuja raiz de voz ou vocábulo significa o salário em latim /
um sal para o ofício social do soldado /
e espalha pela raiz herbácea da palavra /
vozes escritas como sanear santo sápido "sapiens" ou sábio /
- aquele que tem alma e prova a sabedoria /
que a cultura da antiguidade põe no sal /
porque vem do mar /
e é o traço cultural da gastronomia /
que aparta homens de animais /
porque o sal é um traço antropológico /
assim como Deus /
Quem não prova o sal /
tem uma deficiência no mito /
- a deficiência corporal ou orgânica do insípido /
do sem sal ou sem sabor /
que é o mesmo que dizer sem saber /
pois o saber nomeada pela erudição ou conhecimento /
se funda naquele que sabe a sal /
porquanto mesmo o sangue sabe a sal /
e também as lágrimas ) /
Os sábios provam o mundo com poesia /
que é a primeira voz da filosofia /
originária na religião /
primeiro canto e rito /
primeiro conhecimento por palavras /
( vozes primas /
sem primas donas ) /
discrepância evidente entre o sábio e o erudito /
pois o sábio sabe a vida /
enquanto o erudito conhece as letras /
o emaranhado de signos e símbolos /
que constituem a linguagem /
as línguas e a cultura /
e a poesia que é a primeira forma de historia /
ou arqueologia cantada em rito de teatro /
em tragédia ou paixão /
- paixão de Cristo! /
Os eruditos são os poetas e principalmente os filósofos /
os quais conhecem /
tem o conhecimento por letras /
sendo o conhecimento o abordar o ser /
ou a essência /
o que diverge do saber ou sabedoria /
que sabe por existência /
é a separação de realidade ou existência /
e essência ou ser ou pensamento colocado no discurso /
Os homens comuns nada sabem nem conhecem /
porque para se conhecer é mister conhecer profundamente as palavras /
porquanto os vocábulos fazem ou tecem o tempo /
que é, dentre outros atos, a historia /
e também fornecem os conceitos ou concepções do universo e do homem /
pois o conhecimento é o dar o ser /
ou retirar a essência da realidade /
operação que se denomina abstração /
porquanto é possível retirar a essência ou o ser das coisas /
mas não sua realidade ou existência /
Na vida, que é o saber, /
ou a inteligência da sabedoria /
não há certo ou errado /
porque esta tensão é criada pelo homem /
constituindo mero liame para a eclosão do conhecimento /
que se funda em polaridades /
A vida ou alma é mais ampla /
extravasa as polaridades /
seu saber é acumulado com a língua com enzima /
a língua anatômica-fisiológica do saber /
do sábio ( o que sabe a vivo ou "bio" /
ou seria algo passado pelo tempero da Vulgata como "sal vivo" /
"vós sois o sal do mundo?")
A língua viva na boca /
prova tudo o que está nas suas cercanias /
pois o que existe para se saber está no espaço com coisas que cerca o homem /
e o que está nas cercanias /
é o que está impresso em todo o cosmos /
pois tudo vem do simples junção do átomo em moléculas /
numa química simplista ou simplificada /
(A voz da alma no latim /
difere em alma do latim cristão e pagão /
Uma envolve todo o movimento /
e dá voz ou ronco ou torque ao motor que move o animal /
e consequentemente o homem /
que nada mais é que um animal /
distinto pelo sal que prova no conhecimento /
É a alma "anima" /
que produz o vocábulo animal /
que o homem abominou para si /
mormente depois da lama cristã /
que foge á natureza /
e vem se abrigar sob o sobrenatural /
desde a ressurreição de Cristo /
que dá fim ao mito pagão /
A grande alma conhecida no latim /
foi Gaia, a mãe primordial /
que o grego de Aristóteles cognominou física /
ou alma da terra, do planeta Terra /
que o latim traduziu com o vocábulo natureza ou "natura"/
e no sânscrito foi denominada de "Atma" para atmosfera /
- a alma é um manche no latim cristão e pagão /
e no antigo sânscrito que a respira no ioga ) /
Para o corpo não há certo ou errado /
- certo e errado é lógica de língua grega /
é "logos" que diz do silogismo /
O corpo vive ao sabor do vento /
que sopra nas velas da alma em latim /
ou no nariz do espírito em hebreu /
em antigo hebraico bíblico /
O corpo vai ao sabor do vento da vida /
que diz da posição necessário ou vital no momento /
quer seja o momento para feto /
ou para o ser humano no sono /
ou ainda o enfermo /
prisioneiro do leito e do corpo /
( O homem alberga dentro de si /
a nota musical desafinada /
de sabedoria versus conhecimento /
saber versus conhecer /
erudição versus sabedoria /
alma versus espírito /
vida versus morte /
bem versus mal /
que é o representa tudo isso /
na doutrina de Maniqueu /
a qual pervade todo o conhecimento humano /
e mesmo invade a questão /
que põe o ser versus o saber /
o rito versus o mito /
a palavra versus o silencio dos gestos nos atos mímicos /
no teatro miméticos dos títeres ou marionetas ou marionetes /
teatro politico feito de mímica ) /
O homem possui dos espíritos e uma alma : /
( daí os três corpos dos egípcios /
simbolizados nos sarcófagos ) /
um espírito ou pensamento natural /
que na cultura oriental se denomina Buda /
o qual sabe e se sabe sabe tudo /
é um pensamento originário no homem /
colocado antes de nascer pelo espírito de Gaia /
e que dorme em cada indivíduo /
por mais estulto que seja /
que pode despertar /
tal qual lembra o mito da Bela adormecida /
- a Bela Adormecida Kundalini /
que dorme em todo ser humano /
antes mesmo do berço /
já no ventre da madre /
onde o deus panteísta que é a natureza de Aristóteles /
já tem notícia desse ser /
que é sempre o mesmo ser /
porquanto o homem é um só ser /
seja qual seja o indivíduo /
e este é um mistério supremo do ser /
( é o espírito de Gaia ! /
não sei se a Gaia ciência de que falava Nietzsche ) /
um pensamento fundamentado na sabedoria /
e que tudo sabe /
mas nada conhece /
pois o conhecer vem com palavra no discurso /
é a filosofia e a poesia /
a erudição do filósofo e do poeta /
( profetas cientistas artistas e outros conhecedores ) /
O outro pensamento do homem é o conhecimento /
é o pensamento fundado no conhecimento /
que conhece apenas a essência /
mas ignora a existência /
que não é parte do conhecimento /
mas da sabedoria /
O conhecimento faz o homem olvidar a sabedoria /
e então o homem se torna estúpido /
menor em inteligência que o animal /
porque mesmo conhecendo muito /
conhecendo a essência /
que é o que se pode conhecer /
que é onde chega ou aonde vai o conhecimento /
desconhece a existência /
e assim vive numa mixórdia mental /
que o torna estúpido /
pois já não sabe /
e nem conhece /
e se torna um estorvo para os demais /
Então o único jeito é se salvar como político /
ganhando o mundo social /
graças à estupidez generalizada /
que é a verdadeira e real besta /
a besta posta no conhecimento pelo discurso do profeta /
a besta enquanto ser do conhecimento ou essência /
que não está na vida mas somente no pensamento-conhecimento /
e a besta de fato /
que os sentidos do profeta percebe /
e põe a veicular através da erudição /
porquanto os profetas são as velhas almas dos poetas /
os quais são sempre animais silvestres /
vegetais do campo /
ou deuses com partes de animais /
como os sátiros ou faunos /
ou do deus Pan /
que é o artista tocando a flauta /
ou o centauro Quíron /
que é o médico douto /
ou com perspectiva filosofante à la Marx /
quando escreve economia ou sobre qualquer ciência ou arte /
( poeta, profeta, artista plástico, músico, enfim, artistas /
exprimem sua sabedoria sob diversas formas /
em diversas línguas e linguagens /
com seus enzimas originários /
sem carência de drogas ou fármacos /
que são as piores drogas /
e as mais letais /
e o deus Pan ou o centauro Quíron /
ou o fauno ou os sátiros as ninfas as deusas /
são o homem representado /
na forma erudita do conhecimento /
que somente os artistas podem captar /
na forma viva da sabedoria /
e não na forma morta do conhecimento /
que sempre é uma história narrada /
ou dissertada quando a personagem é a teoria ou a tese /
ou descrita nos casos das ciências descritivas da natureza do fauno e
da Flora divina /
porquanto história vem sempre em tempo morto /
ou depois do tempo em que se passou o ato /
que transforma ou transtornado em fato /
vira a face macilenta morta do Narciso /
para o espelho de olhos de quem viu /
e grafou em signos e símbolos ou sinais ) /
A vida não está escrita /
a existência não pode ser escrita /
a essência sim /
porquanto sua forma é a escrita /
é o discurso do homem que produz a essência /
enquanto a forma da vida é o movimento /
o rasto animal da alma /
que também rasteja na erva /
e nas lianas trepadeiras de lenhosos caules /
- As minhas lianas, claro! /
não as lianas dos botânicos ou fitoterapeutas /
A beleza apercebida pelo esteta /
a estética imanente ou transcendental /
cabe no espaço entre o conhecimento e a sabedoria /
por isso os animais não a percebem /
porquanto lhes falta o conhecimento /
das letras dos traços geométricos da álgebra /
da filosofia e da poesia enfim /
posta em ser ou essência em tudo isso /
que á apanágio ou atributo do homem /
parte da cultura /
se não toda a cultura e civilização /
O conhecimento é o ser do homem /
uma essência transformada na indústria do silêncio /
silente indústria do ser ou da essência /
ou do pensamento ou espírito humano /
conforme cada acepção do filosofo ou do religioso ou do poeta em cultura /
enclavado em sua cultura e língua /
ou línguas, considerando que as matemáticas são línguas de fogo /
ou idiomas para a cognição /
que é parte beleza ou estética ou sabedoria /
e parte conhecimento /
que também fere a sensibilidade do esteta /
( o mito funda a teogonia /
para cantar o ser do homem /
posto no deus silvestre /
que representa a natureza no homem /
quando o homem era divinizado /
antes da coletividade ser divinizada /
após o advento da lei /
que tomou o lugar do rei /
e se colocou de forma hipócrita /
como se a lei não fossem os homens /
que tem três poderes sobre a lei /
que nada mais é que essência /
não tendo nenhuma existência /
porquanto quem tem existência /
é o homem que a criou e a administra em beneficio próprio ) /
Enquanto os poetas descem as escadas para os subterrâneos dos vegetais
e animais /
os filósofos vão inferir o universo vasto por meio do discurso /
que não é somente limitado ao léxico poético /
não se funda somente em palavras ou frases /
não fica apenas na sintaxe /
mas vai até a matemática e a álgebra /
de filosofia e lógica diversa para o discurso /
conquanto sejam discursos em equações /
e formulações matemáticas, algébricas /
que desenham uma geometria nos artistas plásticos /
que fundem e fundam o homem na pedra de Rodin /
o na obra pictórica de Joan Miró /
que cria uma indústria no silêncio /
silente indústria para tecelão e tecelã /
de Diego Velázquez /
a produzir essências sob o idioma da geometria /
euclidiana ou não-euclidiana /
ou da natureza em aves passariformes /
a procriar existências /
sob um céu que que amar ou abraçar Joan Miró /
ou Marc Chagall /
poetas da simplicidade do gênio /
( o gênio sempre é o artista /
vate ou músico /
ou quem encena a cena do poeta trágico /
a representar a essência da vida : /
a tragédia da morte /
final de todo drama trágico /
triste fim da trama ) /
não sabem sequer o que os bichos sabem /
pois os animais e os sábios sabem do corpo /
e obedecem as leis do corpo /
leis flexíveis como água à mão para beber no arroio /
e por abrir o diálogo com o corpo são sábios /
porque o corpo é o único sábio /
que a natureza da deusa Flora /
e do deus Fauno /
prova-se pelos sentidos do corpo /
mantêm esse diálogo ou dialética com o corpo /
quer seja humano ou animal ou vegetal /
e mesmo mineral na gemologia ou mineralogia /
espargido no solo junto às ervas a caminho do sol /
( os homens das cavernas /
que somos ainda em corpo e na caverna de Platão, o sábio /
e o homem de conhecimento ou erudito Platão /
- tais homens que estão na caverna do nosso corpo /
perderam o sabor do deus silvestre que habita o corpo /
porquanto o corpo é um deus silvestre /
um deus selvagem /
é a divindade panteísta /
a qual se une integralmente com Gaia /
nosso corpo ou organismo-mor /
- Gaia, a deusa, a capitã-mor da vida /
Os sábios sabem ou provam o mundo /
e as coisas no mundo /
pela língua com enzimas /
Os sábios são os poetas vegetais /
que penetram sorrateiramente no mundo do animal /
no mistério da sabedoria /
que sabemos a sal e mar salgado /
porquanto água doce no regato /
não é torrente de leite e mel /
( O sábio é o homem ou animal com alma /
ou ser entre vivos /
que tem um espírito simbólico no sal /
que pode provar o sal /
cuja raiz de voz ou vocábulo significa o salário em latim /
um sal para o ofício social do soldado /
e espalha pela raiz herbácea da palavra /
vozes escritas como sanear santo sápido "sapiens" ou sábio /
- aquele que tem alma e prova a sabedoria /
que a cultura da antiguidade põe no sal /
porque vem do mar /
e é o traço cultural da gastronomia /
que aparta homens de animais /
porque o sal é um traço antropológico /
assim como Deus /
Quem não prova o sal /
tem uma deficiência no mito /
- a deficiência corporal ou orgânica do insípido /
do sem sal ou sem sabor /
que é o mesmo que dizer sem saber /
pois o saber nomeada pela erudição ou conhecimento /
se funda naquele que sabe a sal /
porquanto mesmo o sangue sabe a sal /
e também as lágrimas ) /
Os sábios provam o mundo com poesia /
que é a primeira voz da filosofia /
originária na religião /
primeiro canto e rito /
primeiro conhecimento por palavras /
( vozes primas /
sem primas donas ) /
discrepância evidente entre o sábio e o erudito /
pois o sábio sabe a vida /
enquanto o erudito conhece as letras /
o emaranhado de signos e símbolos /
que constituem a linguagem /
as línguas e a cultura /
e a poesia que é a primeira forma de historia /
ou arqueologia cantada em rito de teatro /
em tragédia ou paixão /
- paixão de Cristo! /
Os eruditos são os poetas e principalmente os filósofos /
os quais conhecem /
tem o conhecimento por letras /
sendo o conhecimento o abordar o ser /
ou a essência /
o que diverge do saber ou sabedoria /
que sabe por existência /
é a separação de realidade ou existência /
e essência ou ser ou pensamento colocado no discurso /
Os homens comuns nada sabem nem conhecem /
porque para se conhecer é mister conhecer profundamente as palavras /
porquanto os vocábulos fazem ou tecem o tempo /
que é, dentre outros atos, a historia /
e também fornecem os conceitos ou concepções do universo e do homem /
pois o conhecimento é o dar o ser /
ou retirar a essência da realidade /
operação que se denomina abstração /
porquanto é possível retirar a essência ou o ser das coisas /
mas não sua realidade ou existência /
Na vida, que é o saber, /
ou a inteligência da sabedoria /
não há certo ou errado /
porque esta tensão é criada pelo homem /
constituindo mero liame para a eclosão do conhecimento /
que se funda em polaridades /
A vida ou alma é mais ampla /
extravasa as polaridades /
seu saber é acumulado com a língua com enzima /
a língua anatômica-fisiológica do saber /
do sábio ( o que sabe a vivo ou "bio" /
ou seria algo passado pelo tempero da Vulgata como "sal vivo" /
"vós sois o sal do mundo?")
A língua viva na boca /
prova tudo o que está nas suas cercanias /
pois o que existe para se saber está no espaço com coisas que cerca o homem /
e o que está nas cercanias /
é o que está impresso em todo o cosmos /
pois tudo vem do simples junção do átomo em moléculas /
numa química simplista ou simplificada /
(A voz da alma no latim /
difere em alma do latim cristão e pagão /
Uma envolve todo o movimento /
e dá voz ou ronco ou torque ao motor que move o animal /
e consequentemente o homem /
que nada mais é que um animal /
distinto pelo sal que prova no conhecimento /
É a alma "anima" /
que produz o vocábulo animal /
que o homem abominou para si /
mormente depois da lama cristã /
que foge á natureza /
e vem se abrigar sob o sobrenatural /
desde a ressurreição de Cristo /
que dá fim ao mito pagão /
A grande alma conhecida no latim /
foi Gaia, a mãe primordial /
que o grego de Aristóteles cognominou física /
ou alma da terra, do planeta Terra /
que o latim traduziu com o vocábulo natureza ou "natura"/
e no sânscrito foi denominada de "Atma" para atmosfera /
- a alma é um manche no latim cristão e pagão /
e no antigo sânscrito que a respira no ioga ) /
Para o corpo não há certo ou errado /
- certo e errado é lógica de língua grega /
é "logos" que diz do silogismo /
O corpo vive ao sabor do vento /
que sopra nas velas da alma em latim /
ou no nariz do espírito em hebreu /
em antigo hebraico bíblico /
O corpo vai ao sabor do vento da vida /
que diz da posição necessário ou vital no momento /
quer seja o momento para feto /
ou para o ser humano no sono /
ou ainda o enfermo /
prisioneiro do leito e do corpo /
( O homem alberga dentro de si /
a nota musical desafinada /
de sabedoria versus conhecimento /
saber versus conhecer /
erudição versus sabedoria /
alma versus espírito /
vida versus morte /
bem versus mal /
que é o representa tudo isso /
na doutrina de Maniqueu /
a qual pervade todo o conhecimento humano /
e mesmo invade a questão /
que põe o ser versus o saber /
o rito versus o mito /
a palavra versus o silencio dos gestos nos atos mímicos /
no teatro miméticos dos títeres ou marionetas ou marionetes /
teatro politico feito de mímica ) /
O homem possui dos espíritos e uma alma : /
( daí os três corpos dos egípcios /
simbolizados nos sarcófagos ) /
um espírito ou pensamento natural /
que na cultura oriental se denomina Buda /
o qual sabe e se sabe sabe tudo /
é um pensamento originário no homem /
colocado antes de nascer pelo espírito de Gaia /
e que dorme em cada indivíduo /
por mais estulto que seja /
que pode despertar /
tal qual lembra o mito da Bela adormecida /
- a Bela Adormecida Kundalini /
que dorme em todo ser humano /
antes mesmo do berço /
já no ventre da madre /
onde o deus panteísta que é a natureza de Aristóteles /
já tem notícia desse ser /
que é sempre o mesmo ser /
porquanto o homem é um só ser /
seja qual seja o indivíduo /
e este é um mistério supremo do ser /
( é o espírito de Gaia ! /
não sei se a Gaia ciência de que falava Nietzsche ) /
um pensamento fundamentado na sabedoria /
e que tudo sabe /
mas nada conhece /
pois o conhecer vem com palavra no discurso /
é a filosofia e a poesia /
a erudição do filósofo e do poeta /
( profetas cientistas artistas e outros conhecedores ) /
O outro pensamento do homem é o conhecimento /
é o pensamento fundado no conhecimento /
que conhece apenas a essência /
mas ignora a existência /
que não é parte do conhecimento /
mas da sabedoria /
O conhecimento faz o homem olvidar a sabedoria /
e então o homem se torna estúpido /
menor em inteligência que o animal /
porque mesmo conhecendo muito /
conhecendo a essência /
que é o que se pode conhecer /
que é onde chega ou aonde vai o conhecimento /
desconhece a existência /
e assim vive numa mixórdia mental /
que o torna estúpido /
pois já não sabe /
e nem conhece /
e se torna um estorvo para os demais /
Então o único jeito é se salvar como político /
ganhando o mundo social /
graças à estupidez generalizada /
que é a verdadeira e real besta /
a besta posta no conhecimento pelo discurso do profeta /
a besta enquanto ser do conhecimento ou essência /
que não está na vida mas somente no pensamento-conhecimento /
e a besta de fato /
que os sentidos do profeta percebe /
e põe a veicular através da erudição /
porquanto os profetas são as velhas almas dos poetas /
os quais são sempre animais silvestres /
vegetais do campo /
ou deuses com partes de animais /
como os sátiros ou faunos /
ou do deus Pan /
que é o artista tocando a flauta /
ou o centauro Quíron /
que é o médico douto /
ou com perspectiva filosofante à la Marx /
quando escreve economia ou sobre qualquer ciência ou arte /
( poeta, profeta, artista plástico, músico, enfim, artistas /
exprimem sua sabedoria sob diversas formas /
em diversas línguas e linguagens /
com seus enzimas originários /
sem carência de drogas ou fármacos /
que são as piores drogas /
e as mais letais /
e o deus Pan ou o centauro Quíron /
ou o fauno ou os sátiros as ninfas as deusas /
são o homem representado /
na forma erudita do conhecimento /
que somente os artistas podem captar /
na forma viva da sabedoria /
e não na forma morta do conhecimento /
que sempre é uma história narrada /
ou dissertada quando a personagem é a teoria ou a tese /
ou descrita nos casos das ciências descritivas da natureza do fauno e
da Flora divina /
porquanto história vem sempre em tempo morto /
ou depois do tempo em que se passou o ato /
que transforma ou transtornado em fato /
vira a face macilenta morta do Narciso /
para o espelho de olhos de quem viu /
e grafou em signos e símbolos ou sinais ) /
A vida não está escrita /
a existência não pode ser escrita /
a essência sim /
porquanto sua forma é a escrita /
é o discurso do homem que produz a essência /
enquanto a forma da vida é o movimento /
o rasto animal da alma /
que também rasteja na erva /
e nas lianas trepadeiras de lenhosos caules /
- As minhas lianas, claro! /
não as lianas dos botânicos ou fitoterapeutas /
A beleza apercebida pelo esteta /
a estética imanente ou transcendental /
cabe no espaço entre o conhecimento e a sabedoria /
por isso os animais não a percebem /
porquanto lhes falta o conhecimento /
das letras dos traços geométricos da álgebra /
da filosofia e da poesia enfim /
posta em ser ou essência em tudo isso /
que á apanágio ou atributo do homem /
parte da cultura /
se não toda a cultura e civilização /
O conhecimento é o ser do homem /
uma essência transformada na indústria do silêncio /
silente indústria do ser ou da essência /
ou do pensamento ou espírito humano /
conforme cada acepção do filosofo ou do religioso ou do poeta em cultura /
enclavado em sua cultura e língua /
ou línguas, considerando que as matemáticas são línguas de fogo /
ou idiomas para a cognição /
que é parte beleza ou estética ou sabedoria /
e parte conhecimento /
que também fere a sensibilidade do esteta /
( o mito funda a teogonia /
para cantar o ser do homem /
posto no deus silvestre /
que representa a natureza no homem /
quando o homem era divinizado /
antes da coletividade ser divinizada /
após o advento da lei /
que tomou o lugar do rei /
e se colocou de forma hipócrita /
como se a lei não fossem os homens /
que tem três poderes sobre a lei /
que nada mais é que essência /
não tendo nenhuma existência /
porquanto quem tem existência /
é o homem que a criou e a administra em beneficio próprio ) /
Enquanto os poetas descem as escadas para os subterrâneos dos vegetais
e animais /
os filósofos vão inferir o universo vasto por meio do discurso /
que não é somente limitado ao léxico poético /
não se funda somente em palavras ou frases /
não fica apenas na sintaxe /
mas vai até a matemática e a álgebra /
de filosofia e lógica diversa para o discurso /
conquanto sejam discursos em equações /
e formulações matemáticas, algébricas /
que desenham uma geometria nos artistas plásticos /
que fundem e fundam o homem na pedra de Rodin /
o na obra pictórica de Joan Miró /
que cria uma indústria no silêncio /
silente indústria para tecelão e tecelã /
de Diego Velázquez /
a produzir essências sob o idioma da geometria /
euclidiana ou não-euclidiana /
ou da natureza em aves passariformes /
a procriar existências /
sob um céu que que amar ou abraçar Joan Miró /
ou Marc Chagall /
poetas da simplicidade do gênio /
( o gênio sempre é o artista /
vate ou músico /
ou quem encena a cena do poeta trágico /
a representar a essência da vida : /
a tragédia da morte /
final de todo drama trágico /
triste fim da trama ) /
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